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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Brasil Carinhoso vai beneficiar famílias com filhos até 15 anos


Presidenta Dilma

A presidenta Dilma anunciou mais um passo importante para acabar com a situação de pobreza no Brasil. A Ação Brasil Carinhoso está sendo ampliada para atender famílias que têm jovens de até 15 anos, alcançando 8,1 milhões de crianças e adolescentes. Com isso, serão atendidas 16,4 milhões de pessoas.
 
Inicialmente, o programa era direcionado a famílias com filhos entre 0 e 6 anos. O anúncio foi feito nesta quinta-feira, 29, em cerimônia no Palácio do Planalto. Dilma classificou a iniciativa como a mais forte de combate à pobreza extrema no Brasil:
 
“Eu tenho que o Brasil que nós todos queremos construir é um país de classe média. E, para isso, nós colocamos, como uma de nossas prioridades, desde o início do governo, de retirar 16 milhões de brasileiros da pobreza. E o que estamos anunciando é um passo decisivo para essa sociedade de classe média que desejamos.”
 
Os benefícios do Brasil Carinhoso serão depositados a partir de 10 de dezembro. Até agora, a ação já retirou 9,1 milhões de pessoas da extrema pobreza. Com a ampliação, serão mais 7,3 milhões. A ação engloba três pilares – renda, educação e saúde – com a garantia de que todas as famílias extremamente pobres com um ou mais jovens de até 15 anos tenham renda mínima superior a R$ 70 por pessoa. Ainda há o investimento em construção e repasse para creches e pré-escolas, com o aumento de 66% na verba destinada para alimentação das crianças.
 
Acompanhe outras notícias e ações do governo Dilma no Facebook do site:

VIPCOMM NEWS 2012 - SuperBike Series – Pilotos Honda partem para Cascavel (PR)

29/11/2012
José Luiz Cachorrão (#51) e Maico Teixeira (#36) disputam nesta semana (30 a 2) penúltima etapa da competição 
 

Cascavel (PR) – Com duas etapas para o término da temporada, os pilotos da Equipe Honda Mobil de Motovelocidade, José Luiz Teixeira, o Cachorrão (#51), e Maico Teixeira (#36), partem neste fim de semana (1º e 2) para a cidade de Cascavel (PR), onde encaram a penúltima etapa do SuperBike Series.

Na disputa pelo título, Cachorrão tenta diminuir a desvantagem que possui para os ponteiros. Na quarta colocação com 554 pontos, o piloto Honda está a doze do líder Diego Faustino (#68). “Depois das dificuldades em Campo Grande (MS), estamos bem mais motivados para esta etapa. A diferença no campeonato não é grande. Tenho condições de encostar nos líderes. Não será fácil, mas vou confiante para pista”, comenta.

Os desafios do circuito paranaense de 3.032 metros já mexem com os ânimos de Maico Teixeira. Além das duas longas retas, o autódromo se destaca pelo Bacião, considerado uma das curvas mais difíceis do Brasil. “Este autódromo é desafiador e tem uma curva perigosa. O modo de acelerar no Bacião é fundamental no tempo geral da volta. Vamos treinar na sexta e sábado para conquistar um bom tempo”, afirma o piloto, sétimo colocado no SuperBike Series com 530 pontos.

A prova também é válida pela sétima etapa do Elf SuperBike, em que Maico ocupa a terceira colocação com 100 pontos. Doze pontos atrás do primeiro colocado Diego Faustino (#68), o gaúcho tem mais uma oportunidade de diminuir a diferença. “Temos apenas mais duas provas. Tenho chances de ser campeão nos dois campeonatos. Enquanto houver oportunidade, vou acelerar em busca do objetivo. Dependendo de quem ganhar em Cascavel, a competição pode ter uma reviravolta”, completa.

A Equipe Honda Mobil de Motovelocidade tem apoio da Mobil, Pirelli, Dainese e AGV.

Programação 13ª etapa SuperBike Series

Sexta-feira (30/11)

1º Treino Livre: 8h30 às 8h50 - Grupo A
1º Treino Livre: 8h55 às 9h15 - Grupo B
2º Treino Livre: 10h20 às 10h40 - Grupo A
2º Treino Livre: 10h45 às 11h05 - Grupo B
3º Treino Livre: 13h50 às 14h10 - Grupo A
3º Treino Livre: 14h15 às 14h35 - Grupo B

Sábado (1º/12)
1º Treino Classificatório: 11h35 às 11h50 - Grupo A
1º Treino Classificatório: 11h55 às 12h10 - Grupo B
2º Treino Classificatório: 14h35 às 14h50 - Grupo A
2º Treino Classificatório: 14h55 às 15h10 - Grupo B
3º Treino Classificatório: 16h48 às 17h03 - Grupo A
3º Treino Classificatório: 17h08 às 17h23 - Grupo B
SuperPole: 17h33 às 17h48

Domingo (2/12)
Warm up: 8h55 às 9h10
Corrida: 13h37

A Equipe Honda Mobil de Motovelocidade tem apoio da Mobil, Pirelli, Dainese e AGV.

Assessoria de Imprensa Honda
Jornalistas responsáveis: Ricardo Ribeiro/Carolina Yada
Tel: (11) 3868-1245 
l ramal (30)

E-mail: carolina.yada@vipcomm.com.br
Site oficial: www.honda.com.br/equipehonda
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Twitter: @equipehonda
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VIPCOMM NEWS 2012 - VÍDEO – Melhores momentos da quarta etapa do Arena Cross 2012

28/11/2012

Sobradinho (DF) – Estão disponíveis para download e uso por emissoras de TV e sites imagens das baterias das categorias Júnior, MX2 e MX Pró, válidas pela quarta etapa do Arena Cross 2012. As provas foram realizadas no último sábado, 24 de novembro, em Sobradinho (DF).

- ACESSE OS MELHORES MOMENTOS DA CATEGORIA MX PRÓ
- ACESSE OS MELHORES MOMENTOS DA CATEGORIA MX2
- ACESSE OS MELHORES MOMENTOS DA CATEGORIA JÚNIOR

Com 1-2, o piloto da Equipe Honda Mobil, Leandro Silva (#14), foi o campeão da etapa na MX Pró. Já na MX2, vitória do satélite Sean Lipanovich (#505), da LS Racing. Leonardo de Souza (#45), também da LS Racing, voltou a vencer na Júnior.

Crédito obrigatório: Divulgação Arena Cross/VIPCOMM TV

A Equipe Honda Mobil tem apoio da Mobil, Pirelli, Oakley, Fox, Did, Protaper, Polisport, Orbital, Yoshimura e Galfer.

Assessoria de Imprensa Honda
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Da Justiceira - Bandeira de Mello: STF condenou sem provas

Como é habitual, o jurista Celso Antônio Bandeira de Mello traz mais uma avaliação bastante pertinente e lúcida, desta vez sobre o julgamento da AP 470 – chamado pela imprensa de julgamento do mensalão – no Supremo Tribunal Federal. Em entrevista ao Última Instância, ele deixa claro que houve flexibilização de provas e condenações por pressuposição.
Para ele, o julgamento foi um “soluço” na história do STF e não vai se repetir em outros casos. Bandeira de Mello diz que garantias básicas foram transgredidas em um julgamento fortemente influenciado pela “opinião publicada", difundida pelo “cartel” da grande imprensa.
“O mensalão, na minha visão, não era mensalão porque não era mensal. Isso foi a visão que a imprensa consagrou. Em segundo lugar, entendo que foram desrespeitados alguns princípios básicos do Direito, como a necessidade de prova para condenação, e não apenas a suspeita, a presunção de culpa. Além disso, foi violado o princípio do duplo grau de jurisdição”, afirma.
Reconhecidamente um dos maiores nomes do Direito do país. Bandeira de Mello também critica a superexposição de ministros do STF. E acrescenta que se espera “serenidade” de um juiz.
Recomendo a leitura da entrevista, na qual Bandeira de Mello também fala sobre outros assuntos. Clique aqui para ler
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VEJA "COMETE" REPORTAGENS ? (Do Vi o mundo)

Policarpo não fez “mau jornalismo”; cometeu um crime
por Dr. Rosinha*
“Este é o retrato sem retoques de como se faz um jornalismo sem ética, um jornalismo que, para destruir determinado alvo ou determinado projeto político, não hesita em violar as leis, a Constituição e a própria dignidade dos cidadãos.”
É dessa forma que o incisivo texto do relatório final da CPI do Cachoeira define a relação de Policarpo Jr., diretor da sucursal de Brasília da revista Veja, com o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, acusado de chefiar uma quadrilha com tentáculos no poder público e na mídia.
O jornalista da CBN, Kennedy Alencar, em comentário sobre a CPI, disse que o relatório final não apresenta provas contra Policarpo. Para Alencar, Policarpo não cometeu nada além de “mau jornalismo”. “E mau jornalismo não é crime”, afirma.
De fato, não é, embora isso também seja bastante questionável. Mas o que emerge do relatório final é muito mais do que “mau jornalismo”. Só um corporativismo ancestral pode explicar a declaração de Kennedy Alencar. No relatório, Policarpo Jr. aparece encomendando grampos clandestinos e pedindo ajuda para devassar, sem autorização legal, a intimidade de um cidadão brasileiro (no caso, Zé Dirceu, quando hospedado em um hotel de Brasília). Em troca desses “pequenos favores”, Policarpo fazia o papel de assessor de imprensa da organização chefiada por Cachoeira: publicava o que lhes era conveniente e omitia o resto. Assassinava reputações e promovia jagunços de colarinho branco, como o ex-senador Demóstenes Torres, também integrante da organização, a exemplos éticos a serem seguidos pelas próximas gerações.
Quando a Delta não foi beneficiada por uma licitação para a pavimentação de uma rodovia federal, Cachoeira acionou Policarpo para, através de uma reportagem da Veja, “melar” a licitação. Posteriormente, como os interesses da Delta continuaram a ser negligenciados, Cachoeira e Policarpo montaram uma ofensiva para derrubar o ministro dos Transportes – o que acabaram por conseguir.
Em troca, quando lhe interessava, Policarpo solicitava à organização criminosa que, por exemplo, “levantasse” as ligações de um deputado. Tudo isso está no relatório final, provado através das ligações interceptadas pela PF com autorização judicial. Não é “mau jornalismo” apenas. É crime.
“Não se pode confundir a exigência do exercício da responsabilidade ética com cerceamento à liberdade de informar. Os diálogos revelam uma profícua, antiga e bem azeitada parceria entre Carlos Cachoeira e Policarpo Júnior”, diz o relatório.
Policarpo não é o único jornalista envolvido com a organização de Cachoeira, mas é sem dúvida o que mais fundo foi neste lodaçal. Durante a CPI, não foi possível convocá-lo para depor, porque não havia condições políticas para tanto. Agora, porém, as provas falavam alto.
Porém as questões políticas (necessidade de aprovar o relatório) mais uma vez se interpuseram. Assim como feito em relação ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, foi necessário retirar as menções a Policarpo do documento. O relator entendeu, e eu o compreendo e defendo, que Policarpo, perto do governador Marconi Perillo, do PSDB de Goiás, é secundário. Mas, ser secundário não afasta a necessidade de a Polícia Federal continuar a investigá-lo, e espero que o faça, mesmo com seu nome não constando no relatório. Afinal, todo suspeito deve ser investigado.
*Deputado federal do PT-PR

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Policarpo não fez "mau jornalismo"; cometeu um crime


por Dr. Rosinha*
Do Viomundo

“Este é o retrato sem retoques de como se faz um jornalismo sem ética, um jornalismo que, para destruir determinado alvo ou determinado projeto político, não hesita em violar as leis, a Constituição e a própria dignidade dos cidadãos.”
É dessa forma que o incisivo texto do relatório final da CPI do Cachoeira define a relação de Policarpo Jr., diretor da sucursal de Brasília da revista Veja, com o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, acusado de chefiar uma quadrilha com tentáculos no poder público e na mídia.
O jornalista da CBN, Kennedy Alencar, em comentário sobre a CPI, disse que o relatório final não apresenta provas contra Policarpo. Para Alencar, Policarpo não cometeu nada além de “mau jornalismo”. “E mau jornalismo não é crime”, afirma.
De fato, não é, embora isso também seja bastante questionável. Mas o que emerge do relatório final é muito mais do que “mau jornalismo”. Só um corporativismo ancestral pode explicar a declaração de Kennedy Alencar. No relatório, Policarpo Jr. aparece encomendando grampos clandestinos e pedindo ajuda para devassar, sem autorização legal, a intimidade de um cidadão brasileiro (no caso, Zé Dirceu, quando hospedado em um hotel de Brasília). Em troca desses “pequenos favores”, Policarpo fazia o papel de assessor de imprensa da organização chefiada por Cachoeira: publicava o que lhes era conveniente e omitia o resto. Assassinava reputações e promovia jagunços de colarinho branco, como o ex-senador Demóstenes Torres, também integrante da organização, a exemplos éticos a serem seguidos pelas próximas gerações.
Quando a Delta não foi beneficiada por uma licitação para a pavimentação de uma rodovia federal, Cachoeira acionou Policarpo para, através de uma reportagem da Veja, “melar” a licitação. Posteriormente, como os interesses da Delta continuaram a ser negligenciados, Cachoeira e Policarpo montaram uma ofensiva para derrubar o ministro dos Transportes – o que acabaram por conseguir.
Em troca, quando lhe interessava, Policarpo solicitava à organização criminosa que, por exemplo, “levantasse” as ligações de um deputado. Tudo isso está no relatório final, provado através das ligações interceptadas pela PF com autorização judicial. Não é “mau jornalismo” apenas. É crime.
“Não se pode confundir a exigência do exercício da responsabilidade ética com cerceamento à liberdade de informar. Os diálogos revelam uma profícua, antiga e bem azeitada parceria entre Carlos Cachoeira e Policarpo Júnior”, diz o relatório.
Policarpo não é o único jornalista envolvido com a organização de Cachoeira, mas é sem dúvida o que mais fundo foi neste lodaçal. Durante a CPI, não foi possível convocá-lo para depor, porque não havia condições políticas para tanto. Agora, porém, as provas falavam alto.
Porém as questões políticas (necessidade de aprovar o relatório) mais uma vez se interpuseram. Assim como feito em relação ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, foi necessário retirar as menções a Policarpo do documento. O relator entendeu, e eu o compreendo e defendo, que Policarpo, perto do governador Marconi Perillo, do PSDB de Goiás, é secundário. Mas, ser secundário não afasta a necessidade de a Polícia Federal continuar a investigá-lo, e espero que o faça, mesmo com seu nome não constando no relatório. Afinal, todo suspeito deve ser investigado.

*Deputado federal do PT-PR


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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

CHORA PIGs, NADA LIGA LULA E ZÉ DIRCEU A Operação Porto Seguro ContrapontoPIG: Contraponto 9864 - "Procuradora Suzana Fairbanks: ...

 Fairbanks disse ainda que a influência de Rosemary não se alterou depois do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, gestão em que foi nomeada. A procuradora afastou também a possibilidade de ela ter negociado com o ex-presidente. “Conversa dela com o Lula não existe. Nem conversa, nem áudio e nem e-mail. Se tivesse, nós já não estaríamos mais com a investigação aqui”.(Grifos em verde negritado são do ContrapontoPIG

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A procuradora ainda rebateu a informação de que ocorreram centenas de telefonemas entre a ex-chefe de gabinete e Lula. “Eu não sei de onde saiu isso, porque nunca tive acesso a isso. Vocês podem virar de ponta  cabeça o inquérito, em toda a investigação”.

Sobre o ex-ministro José Dirceu, Fairbanks disse que, apesar de ele ter sido citado nos e-mails de Rosemary, não há indícios de sua participação no esquema. “Não tem uma relação direta dele [Dirceu] de sociedade [no esquema] ou de eventual lucro”, destacou.
A procuradora disse que ainda poderá pedir a prisão de Rosemary “de acordo com a necessidade da investigação”, que depende da averiguação do material apreendido. Rosemary responde pelos crimes de tráfico de influência e corrupção passiva.

Edição: Graça Adjuto

ContrapontoPIG: Contraponto 9864 - "Procuradora Suzana Fairbanks: ...: . 28/11/2012 Procuradora Suzana Fairbanks: Não existe conversa de Rosemary com Lula, nem aúdio e nem e-mail Do Viomundo - publicad...

terça-feira, 27 de novembro de 2012

A eterna busca da mídia pela 'bala de prata' contra Lula

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A eterna busca da mídia pela 'bala de prata' contra Lula


 
Como vocês já sabem, a nova "bala prata" da oposição, da Veja e da Globo é a operação Porto Seguro da Polícia Federal.
A operação é sobre funcionários do terceiro escalão do governo federal que montaram um esquema de suposta venda de pareceres técnicos na burocracia estatal. Equivale às dezenas de operações que a Polícia Federal faz por ano sobre fraudes em órgãos públicos, e nem teria grande relevância política, não fosse um mandado de busca e apreensão no escritório da Presidência da República em São Paulo.
A responsável pelo escritório, Rosemary Noronha (já exonerada por Dilma), seria ligada a dois irmãos, Paulo Rodrigues Vieira e Rubens Vieira, e teria recebido presentes dos dois por ajudar a marcar reuniões e coisas do gênero. O gosto de sangue escorreu pelo canto da boca do jornalismo demotucano pelo fato de Rosemary Noronha ter sido nomeada por Lula para o gabinete da Presidência em 2003, e por ela ter sido assessora de José Dirceu, antes.
O que existe de informação oficial publicada sobre a operação é a entrevista coletiva concedida pela Polícia Federal na tarde de sexta-feira.
Os delegados da PF falaram sobre as características gerais dos delitos, mas sem falar nomes, por estarem sob sigilo de justiça. A imprensa chegou a noticiar que Rosemary Noronha teria sido presa na sexta, depois corrigiram dizendo que teria sido indiciada. Porém, a entrevista da PF fala sobre órgãos que tiveram gente indiciada e não citou o gabinete da Presidência. O noticiário esteve tão sensacionalista, que jornais e revistas chegaram a "informar" que os acusados de serem membros da organização criminosa teriam pago uma operação plástica para Rosemary – para depois dizer que ela tinha passado por uma cirurgia de ouvido.
Jornais e TVs disseram ter tido acesso a relatórios e diálogos sigilosos da operação. O relatório ainda não vazou para a internet, por isso é difícil tirar conclusões com base no noticiário, pelo histórico de mentiras, seletivismo e descontextualização com fins de fazer política oposicionista. E o vazamento, seletivo ou não, quando usado com fins políticos, prejudica a imagem da PF e do Ministério Público.

Vamos aos fatos

O presidente Lula deve ter nomeado e exonerado mais de uma centena de assessores do chamado Gabinete Pessoal da Presidência da República, em seus oito anos de mandato (assim como fez FHC e está fazendo Dilma). São funcionários que cuidam do cerimonial, correspondência, arquivos, audiências, reuniões, programação de viagens, eventos oficiais etc. Rosemary Noronha é uma entre tantos funcionários que conheceram e conviveram pessoalmente com o presidente.
Aliás, um funcionário que chefie o gabinete em São Paulo fica bem mais afastado do presidente do que se ficasse em Brasília, mesmo em um cargo mais baixo. O escritório de São Paulo só é frequentado pelo presidente ou presidenta eventualmente, quando tem agenda de trabalho na capital paulista. Não seria uma boa opção para quem desejasse usar seu cargo para traficar influência junto ao Presidente ficar distante de Brasília.
Outra coisa estranha no noticiário é atribuir a Rosemary Noronha poderes para nomear diretores de Agência Reguladoras. Ela pode ter feito pedidos, "torcida", ajudado a aproximar pessoas, mas cargos como esses, que são aprovados pelo Senado, precisam de apoio pelo menos de outros partidos da base governista.
No caso de Paulo Rodrigues Vieira, ele tinha o apoio do ex-ministro dos transportes, Alfredo Nascimento (PR), para a Antaq, mas acabou na ANA (Agência Nacional de Águas) sob oposição de um petista, o ex-ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc (RJ), por considerá-lo com perfil mais jurídico do que ecológico. Por isso essa história parece mal contada pela imprensa. Agora, no noticiário, já aparece o nome do deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP) como próximo ao referido diretor.
Em 2003, se não havia nada contra José Dirceu para ser ministro, porque haveria motivos para barrar uma ex-assessora dele? Para secretariar, assessorar o  ministro, onde Lula deveria procurar pessoas? Entre os tucanos?
E se, até ontem, não havia nenhuma conduta visível que a desabonasse, se ela não tinha nem mesmo sinais exteriores de riqueza suspeitos (pelo noticiário, ela mora em apartamento modesto, de classe média, em São Paulo), se Dilma já conhecia o trabalho dela por usar o escritório de São Paulo, ainda como ministra, por que ela não deveria continuar no cargo, até ontem?
Só agora apareceram motivos para ela perder a confiança – e com ela, o cargo. Imediatamente, frise-se. Aliás, é até importante acompanhar o resultado final destas investigações, para saber se não estão exagerando nas acusações como fizeram com Erenice Guerra, que acabou inocentada, após vasculharem as contas e a vida bancária, fiscal, telefônica e telemática dela.
O cargo de Rosemary era apenas de apoio administrativo. Não tinha poder de decisão nenhum, nem sobre orçamento, nem sobre pareceres. Ela apenas conhecia muita gente pelas características de seu trabalho. Cabe à Polícia Federal e ao Ministério Público esclarecer (sem vazamentos seletivos, nem perseguições políticas) se ela utilizou mal o seu cargo e os seus contatos, ou se apenas andou em más companhias.

ENO LINKS - Prá quem aprecia um bom vinho . . .

VIPCOMM NEWS 2012 - ARENA CROSS - Leandro Silva vence categoria MX Pró no Distrito Federal


Satélites Honda Sean Lipanovich e Leonardo de Souza terminam em primeiro na MX2 e na Júnior, respectivamente
24/11/2012

 
Sobradinho (DF) - O piloto da Equipe Honda Mobil Leandro Silva (#14) terminou com vitória, na categoria MX Pró, a quarta e penúltima do Arena Cross realizada neste sábado (24) em Sobradinho, cidade satélite de Brasília (DF). O paranaense de Curitiba venceu no somatório das baterias ao conquistar um primeiro e um segundo lugar nas duas corridas do dia. Bom resultado também para os satélites Honda da equipe LS Racing. Sean Lipanovich (#505) ganhou na MX2 e Leonardo de Souza (#45), na Júnior.
 
- ACESSE A GALERIA DE FOTOS DOS PILOTOS HONDA NO ARENA CROSS

1ª bateria MX Pró - Leandro Silva (#14) e Wellington Garcia (#21) fizeram ótima largada, atrás apenas do espanhol Carlos Campano (#115). O inglês Adam Chatfield (#407), da Ipiranga IMS, não começou bem e precisou fazer uma corrida de recuperação para chegar no quarto lugar. Leandro sustentou a segunda colocação após 27 voltas e Wellington terminou em quinto.

2ª bateria MX Pró - O holeshot foi de Wellington Garcia. Largando em quarto, Leandro Silva acelerou forte para ultrapassar cada adversário até cruzar a linha de chegada na frente. "Foi minha primeira vitória no campeonato na temporada e vinha lutando por esse resultado desde o início da competição. Finalmente chegou o meu dia. Precisava de um bom resultado para aumentar minha confiança e senti isso na primeira corrida, o que me motivou para essa vitória", declara o paranaense. Com um segundo e um quarto lugar, Adam Chatfield completou a etapa na terceira colocação e manteve a liderança do campeonato com 132 pontos. Wellington Garcia fechou em quarto a segunda bateria.

Bateria MX2 - Quem saiu na frente foi o satélite Honda Sean Lipanovich (#505), da LS Racing. O americano liderou de ponta a ponta e conquistou a segunda vitória na competição. "Estou muito feliz e satisfeito com resultado. Na última etapa, não fui muito bem e agora deu para me recuperar. Agradeço todo o trabalho da minha equipe e da oportunidade de participar das prova aqui no Brasil", destaca Sean que subiu para a segunda posição no campeonato, com 58 pontos. Hugo Basaúla (#747), da Ipiranga IMS, estava na segunda colocação quando caiu. O português acabou em nono. Thales Vilardi (#27) e Hector Assunção (#30) sofreram quedas e terminaram, respectivamente, em 12º e 13º.

Bateria Júnior - Bom começo de prova para os pilotos Honda. Gustavo Pessoa (#117), da Itamaracá One Industries, fez o holeshot, seguido de Fábio dos Santos (#87), da Dunas Team, e de Leonardo de Souza (#45), da LS Racing. Na quarta volta, Leonardo ultrapassou Fábio, vencendo o duelo pela segunda colocação. Com problemas, Gustavo parou temporariamente na 13ª volta e perdeu a primeira colocação para Leonardo que repetiu o resultado da etapa anterior com mais uma vitória. Fábio, ainda mantém a liderança da categoria com 69 pontos, apenas cinco de vantagem para Leonardo. "Não consegui largar na frente, mas consegui fazer uma boa corrida. Mais uma vez, estou focado em melhorar meu desempenho e como consequência, estou tendo ótimos resultados", finaliza Leonardo.

A Equipe Honda Mobil tem apoio da Mobil, Pirelli, Oakley, Fox, Did, Protaper, Polisport, Orbital, Yoshimura e Galfer.

RESULTADOS - 4ª etapa Arena Cross - Brasília (DF)

1ª BATERIA MX PRÓ

PIGs e O inútil esforço para destruir um mito

Copiado do blog ContrapontoPIG

O inútil esforço para destruir um mito

 





 Miguel do Rosário

 

O Globo de hoje oferece um interessante estudo de caso. A Polícia Federal prendeu diretores de agências reguladoras e a chefe do escritório da presidência da república em São Paulo, a senhora Rosemary Noronha. Um lamentável episódio que merece mesmo a primeira página dos jornais. Até aí tudo bem.  O Globo, no entanto, força tremendamente a barra ao usar o escândalo para atingir Lula.



Primeiramente, o escândalo não tem nada a ver com o mensalão. Encontraram ligações entre Valdemar Costa Nesto e Paulo Vieira, diretor da Anac, mas o teor das conversas e o histórico de ambos revelam que o interesse comum eram negócios no Porto de Santos. Não tem nada a ver com mensalão, nem com Lula. Valdemar já foi diretor da Companhia Docas de São Paulo (Codesp) e o grupo de Vieira atua na mesma região portuária.




Falar em “elo” entre os dois escândalos seria como encontrar conexão entre a privataria tucana e os desvios de verba nas obras do Rodoanel em São Paulo. Pode haver personagens em comum, porque os mesmo corruptos operam em frentes distintas. Mas uma coisa não tem a ver com outra.

Mas isso é o de menos. A cachorrada mesmo é a perseguição implacável de Lula.
Vejam só. Uma funcionária de terceiro escalão é apanhada pela Polícia Federal e a foto de quem aparece com destaque na página 4?


A obsessão por Lula é doentia. Ora, culpem Dilma ao menos! Ela é a presidente! Um ataque a Dilma seria prejudicado, no entanto, pelo fato de que as prisões foram feitas pela própria Polícia Federal, que é subordinada ao Ministério da Justiça e, portanto, à presidente.
Observe ainda que a manchete da página foi feita com uma frase de segunda mão:
— Eu me senti apunhalado pelas costas (…) desabafou Lula, segundo gente com quem ele conversou.

Segundo gente?

A coisa é ainda mais cretina, porque a frase não apenas vira manchete, com direito à foto do homem, como será mote de uma coluna inteira de Noblat, dedicada apenas a insinuações levianas, irresponsáveis e caluniosas acerca do ex-presidente.
Lula foi presidente da república, ou seja, praticamente todos os funcionários federais, concursados ou indicados, estavam subordinados a ele. Foi Lula quem aparelhou e fortaleceu a Polícia Federal, permitindo que ela investigasse membros do próprio governo. Por isso mesmo, culpar o ex-presidente por malfeitos de mequetrefes de terceiro escalão é apenas uma tentativa canhestra (a trilionésima) de lhe enfraquecer politicamente.

*

A coluna de Noblat é um agrupamento de imbecilidades, mas já que a moda hoje é reciclar lixo, talvez encontremos também algum uso para suas cretinices. O texto de Noblat segue em negrito, o meu em fonte normal. Se alguém reproduzir, favor cuidado para manter a diferenciação.

Enganado de novo?, por Ricardo Noblat
Ao se convencer que o Supremo Tribunal Federal seria duro com os réus do mensalão e despacharia para a cadeia cabeças coroadas do seu governo, Lula observou outro dia numa roda de amigos: “Não serão juízes que escreverão o último capítulo da minha biografia, mas o povo”.

Noblat e seu jornalismo fofoca… Lula observou outro dia numa roda de amigos…

A memória coletiva é falha. Não costuma guardar frases longas. Lula poderia ter dito algo do tipo: “A História me absolverá”. Foi Fidel Castro quem disse em 1953 depois da tentativa malsucedida de assaltar o quartel de Moncada na província de Santiago de Cuba. Como advogado, e ótimo orador, fez questão de se defender no tribunal. Aí cometeu a frase. Não sei se a História absolverá Fidel. No caso de Lula é ainda cedo para prever quem escreverá o último capítulo de sua biografia. Só digo para não confiar muito no povo.

Noblat deixa bem claro aí o objetivo de seus patrões: como não conseguiram destruir Lula enquanto presidente, a missão agora é destruir a sua história. Só rindo. Vejamos os exemplos que virão.

Em 1960, por exemplo, Jânio Quadros se elegeu presidente com uma votação recorde. Renunciou com sete meses de governo. Imaginou voltar ao poder nos braços do povo. Desconfiado, o povo não se mexeu. Na véspera de tomar posse em 1985, o presidente Tancredo Neves baixou hospital. Viveu apenas mais 39 dias para ser operado sete vezes. Foi uma comoção. Um ano depois, pouca gente ainda o citava.

Que coisa mais estúpida. Comparar Jânio Quadros, candidato da UDN, conservador, que não fez nada pelos pobres, nem pelo desenvolvimento, nem pela democracia, a Lula… Sem comentários. Tancredo Neves nunca foi eleito pelo povo, e sim escolhido numa eleição indireta monitorada pelos militares, então nem conta. Sorry, Noblat, mas Lula governou oito anos, elegeu sua sucessora, acaba de eleger o prefeito de São Paulo, e durante seu governo registrou-se, no Brasil, a maior ascensão sócio-econômica já vista no planeta.

Lula só terá a chance de ver o povo escrever o último capítulo de sua biografia se for de novo candidato a presidente. Do contrário, o mensalão ficará para sempre como o desfecho de uma trajetória – toda ela – excepcional.

Besteira. Mesmo com a mídia, sobretudo a paulista, bombardeando todos com ataques maciços de mensalão, o candidato do PT ganhou em São Paulo. O desfecho da trajetória de Lula sempre será o desempenho concreto de seu governo. O mensalão, embora nascendo de problemas reais de caixa 2, acabou por se tornar muito mais um ataque da oposição midiática, e sua incrível pressão sobre judiciário, do que um erro de Lula, que aliás nem é citado na Ação Penal 470.

Quem diria que um fugitivo da miséria do Nordeste, um ex-torneiro mecânico semianalfabeto, governaria o Brasil duas vezes? E elegeria seu sucessor? Quem diria que o partido dele, dono do discurso da ética e da honradez, patrocinaria um dia o maior escândalo de corrupção da história recente do país? 

Bem, maior escândalo segundo que parâmetros? Essa é a primeira grande falácia midiática quando fala do mensalão. Muitos outros escândalos envolveram valores maiores. Só o do Marka e Fontecidam, que receberam informações privilegiadas do Banco Central, na era tucana, envolve indenização, pedida pela justiça, de R$ 8,4 bilhões… Já o mensalão foi um escândalo de corrupção curioso, onde os principais envolvidos, como Genoíno, é um durango kid que mora na mesma casa há 30 anos, Silvio Pereira gerencia um pequeno restaurante da família, e a ex-mulher de Dirceu ganhou um… empréstimo para comprar um apartamento e um… emprego meia boca num banco!

É patética a reação de alguns dos condenados do PT às decisões tomadas pelos ministros do Supremo. Sugerem que os ministros trocaram de lado se unindo aos conservadores e reacionários.

Pois foi exatamente isso que aconteceu.

Culpam a imprensa por isso. (Jamais em parte alguma vi uma imprensa tão poderosa…).

Exato. Se estudar a imprensa de outros países, verá que não tem tanto poder real (em dinheiro, em concentração de mercado). Estude também a história da imprensa no Brasil, Noblat. Quer dizer, deixe de ser cara de pau. Você sabe muito bem que a ditadura militar consistiu, entre outras coisas, numa grande operação para aniquilar a imprensa independente, e deixar viva apenas a imprensa reacionária, golpista e servil ao interesses estrangeiros.

E incitam os chamados “movimentos sociais”, movidos a dinheiro público, a promover o “julgamento do julgamento”. Voltaremos à época dos júris estudantis simulados? Se voltarmos estarei dentro!

Sim, Noblat. O julgamento do mensalão foi político. Foram ditos absurdos jurídicos, contrassensos lógicos, e ofendeu-se gravemente princípios democráticos. Não podemos ser governados por juízes-marionetes da mídia.

Os mensaleiros foram sentenciados por uma larga maioria de ministros que Lula e Dilma escolheram.

Essa ladainha, de que os juízes foram escolhidos por Lula e Dilma, não explica muita coisa. Uma mulher escolhe um marido, e de repente descobre que o sujeito é violento e mau caráter. Só conhecemos o personagem através de suas ações. Nunca antes.

A imprensa é livre para defender seus pontos de vista, embora seja falsa a ideia de que atua em bloco cobrando a condenação dos réus. Até porque a maior fatia dela é chapa branca, sempre foi e sempre será. Como não tem independência financeira não pode sequer fingir que tem independência editorial.

Mentira. A grande imprensa no Brasil age em bloco, sim, e já até admitiu que atua como força de oposição. Negar essa realidade é esquizofrenia.

Que tal aproveitar a ocasião e explicar o que o levou a avalizar para cargos importantes do governo nomes indicados por Rosemary de Noronha, secretária de Dirceu durante mais de 10 anos? Ao herdar Rosemary, Lula a promoveu a chefe de gabinete da presidência da República no escritório de São Paulo. Sempre que viajava ao exterior, Rosemary o acompanhava. Pois bem: na semana passada, a Polícia Federal prendeu seis pessoas e indiciou mais 12, acusadas de fraudarem pareceres em agências e órgãos federais. Acusada de corrupção ativa, Rosemary faz parte do grupo, e mais dois irmãos que ela empregou no governo. A nomeação de um deles foi recusada duas vezes pelo Senado em dezembro de 2009. Lula forçou a mão e no ano seguinte a nomeação foi votada pela terceira vez. Finalmente saiu. Por que tanto empenho para atender um pedido de Rosemary?

Exagera-se, como sempre, a participação de Lula. Ora, Lula também “forçou a mão” para eleger Dilma Rousseff, cuja Polícia Federal prendeu Rosemary… Se Rosemary realmente prevaricou, é culpa dela, somente dela, não de Lula. Culpar Lula por erros de terceiros é como culpar Noblat porque sua empregada surrupiou roupas numa loja.

Enganado de novo, Lula? Sei. Seja pelo menos original. Não fale em traição. Nem em apunhalamento pelas costas.

Caso as acusações se confirmem, não é Lula o enganado, e sim o povo brasileiro, a quem todo funcionário público presta juramento de servir com ética. A partir do momento, porém, que a Polícia Federal, aparelhada e fortalecida por Lula, prende altos servidores do governo, a sensação que temos é que o Estado brasileiro, finalmente, começa a desenvolver anticorpos para se livrar de seus parasitas.

sábado, 24 de novembro de 2012

Blogueiro da Veja dissemina ódio racial ao PT com afirmações inventadas. Isso pode, Dr. Barbosa?

Deem uma olhada no título desta nota abaixo. Quando eu li, meu sangue ferveu. Entendi que alguém do PT tivesse dito isso.


Antes de mais nada, ninguém do PT disse isso. Quem escreveu essa coisa aí em cima por conta própria, como está registrado, foi o blogueiro da revista Veja, Reinaldo Azevedo.
 
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Dilma barateia energia, Fiesp volta apoiá-la e Aécio fica ao lado de acionistas

Por Davis Sena FilhoBlog Palavra Livre
Propaganda da Fiesp cobra atitude positiva em prol de energia mais barata no País.
A Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) deu início, após um tempo em silêncio, à campanha publicitária nos meios de comunicação privados para cobrar apoio dos congressistas para que seja aprovada a Medida Provisória nº 579, de autoria da presidenta Dilma Rousseff, que tem por propósito diminuir a conta de luzo preço das tarifas de energia e dessa forma incremantar e fortalecer ainda mais a economia interna do País
Porém, nem sempre o caminho está livre, e, consequentemente, os obstáculos tem de ser superados. A pedra no caminho se chama Aécio Neves (PSDB), senador tucano, ex-governador de Minas Gerais e que representa os interesses dos acionistas privados das companhias de energia. Aécio é o lobista mais importante que luta contra a redução da conta da luz, compromissado que é com aqueles que tem muitas ações na Cemig e não querem ter seus lucros diminuídos, mesmo se for em detrimento dos interesses da população brasileira e dos capitães da indústria, que há anos pedem tarifas de energia mais baratas. Tucanos, os que venderam o Brasil, realmente trabalham pelo capital o privado é claro. Não tem jeito. São viciados.

A campanha publicitária para baixar o preço da energia iniciou após a presidenta trabalhista Dilma Rousseff chamar às falas a Fiesp e seu presidente, deputado Paulo Skaf (PSB/SP), além de ter questionado também o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Eugênio Gouvêa Vieira
. Os empresários reclamavam que o custo da energia elétrica no Brasil estava a prejudicar a competitividade da indústria nacional. Só que os dois capitães da indústria, de forma estranha, calaram-se por vários dias.
Skaf: discurso não é coerente com sua conduta. Silêncio e depois apoio ao decreto de Dilma.
Dilma, então, assinou a MP 579, que estabelece novas regras para o setor elétrico brasileiro e estima uma redução média de 20,2%. A MP trata da renovação antecipada da concessão das usinas hidrelétricas que estão prestes a vencer, o que propiciará a redução das tarifas de energia. Entretanto, para sua surpresa, a presidenta passou a enfrentar resistência de parlamentares de oposição e até mesmo alguns da base do Governo que são ligados às empresas geradoras de eletricidade, a maioria empresas estatais sob a administração de governadores do PSDB, conduta de típicos tucanos neoliberais que não causa nenhuma surpresa.
Os empresários da indústria, os que mais abriam a boca por causas dos custos da energia e os maiores beneficiados pelo marco regulatório do governo, malandramente ficaram quietos, diferente do que fizeram na época da CPMF, quando foram até a Praça da Sé e montaram um circo para que o Congresso não a prorrogasse, o que causou sérios prejuízos no que é concernente à arrecadação do SUS.
Com a pressão da presidenta trabalhista, eles resolveram se mexer, porque ficariam muito mal na fita perante a categoria empresarial, o povo brasileiro, além de terem sido duramente questionados pelo Governo. Contudo, nada a estranhar, grandes empresários formam uma classe corporativa, de perfil neoliberal, e nem sempre o que apregoam reflete a verdade de suas intenções.
Gouveia reclamava do preço da energia, calou-se e agora apoia o Governo.
Skaff é deputado pelo PSB, mas, evidentemente, tal homem de negócios não é socialista. Está no PSB por questões de espaço ou porque achou charmoso ser um grande empresário e ser filiado a um partido cuja sigla tem a palavra "socialista". Quando Paulo Skaf foi candidato ao governo de São Paulo em 2010, ele apresentou a seguinte proposta digna de um neoliberal: cobrança de mensalidade nas universidades públicas, além de outras propostas que nem vale à pena citar.
Não se até que ponto e os motivos pelos quais os dois principais dirigentes da poderosa indústria brasileira quase recuaram. Os acionistas das companhias transmissoras de energia elétrica são poderosos, muito ricos, estrangeiros e brasileiros, que não tem compromisso com o Brasil por serem rentistas. A mesma coisa acontece com a telefonia e a banda larga.
A verdade é que os governos tucanos de FHC — o Neoliberal — jamais deveriam alienar bens públicos e estratégicos para o País, como o fizeram com a Eletrobras e a Vale do Rio Doce. Deu no que deu: tarifas altíssimas, decumprimento de contratos, liderança de reclamações nos Procons e a negativa de disseminar a telefonia e a banda larga por todos os rincões do Brasil.
Dilma quer fortalecer a economia do País. Aécio defende o bolso de acionistas.
Por seu turno, o presidente da Fiesp e o da Firjan resolveram aderir as ações do Governo Federal, bem como já deram início à campanha para que os preços da energia caem, tanto no âmbito doméstico quanto no empresarial — industrial. É por intermédio da observação atenta que passamos a conhecer aqueles são lobos e usam peles de ovelhas. Pelo menos eles reformulam suas ações até então muito questionadas. Antes tarde do que nunca. É isso aí.

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