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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

INN - Eita, Lulinha! Esse menino não é fácil... É isso aí. ( Via Brasil247)


A vida multimilionária do Lulinha - o filho do Lulahttp://www.brasil247.com/pt/colunistas/davissena/202372/A-vida-multimilion%C3%A1ria-do-Lulinha---o-filho-do-Lula.htm

Na semana em que a publicitária Danielle Dytz da Cunha Doctorovich, filha do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB/RJ), torna-se investigada pela Procuradoria Geral da República (PGR) por possuir cartão vinculado a uma das contas secretas do seu pai, na Suíça, o filho do ex-presidente Lula, o Lulinha, volta com força às manchetes da imprensa de direita e imperialista dos magnatas bilionários, que são os coronéis midiáticos, os oligarcas que pensam que o Brasil é a extensão dos quintais de suas mansões.
Danielle Dytz é uma daquelas pessoas que se tornam áulicas do "moralismo sem moral", a exemplo de mensagem publicada em seu facebook sobre a devida "punição aos criminosos", que cometem crimes de corrupção. Passados dez meses do post publicado, Eduardo Cunha foi denunciado ao Supremo Tribunal Federal (STF), bem como é alvo de delatores que envolvem o deputado no esquema de corrupção da Petrobras.
Vale ressaltar ainda que a maioria das lideranças partidárias de oposição no Congresso e que aposta em golpe contra a presidente Dilma Rousseff e a democracia brasileira também responde a processos na Justiça, bem como o ministro-relator do TCU e das contas do Governo, Augusto Nardes, além de o filho do presidente do Tribunal, Tiago Cedraz, ser acusado de atuar em 182 ações que envolvem o Tribunal de Contas, com a aquiescência de seu pai, Aroldo Cedraz, político vinculado ao DEM e ao carlismo, na Bahia, e que sempre se moveu de forma discreta, sempre a evitar embates e a falar em plenário.
Dito isto, vamos ao Lulinha, aquele que a imprensa gosta de bater principalmente quando se trata de desviar acusações contra seus aliados, a exemplo da filha de Eduardo Cunha.
Os coxinhas — a classe média politicamente reacionária e socialmente preconceituosa — acreditam em tudo, principalmente no que é publicado e veiculado na imprensa de negócios privados, aquela que sonega impostos, aposta e participa de golpes de estado, que combate sistematicamente presidentes trabalhistas e socialistas, que ouve apenas um lado para manipular as notícias ou simplesmente mentir, porque é partidária, bem como demite seus empregados, pois não tem competência para se estabelecer sem a ajuda do Estado, a exemplo das Organizações(?) Globo, da CBN, da Band News, da Rádio Bandeirantes, do Estadão, de O Dia, da Folha de S. Paulo, do Correio Braziliense, do SBT, da Jovem Pan e da Editora Abril, que efetivaram vários passaralhos nos últimos quatro anos e apontaram para seus empregados o olho da rua.
Reconheço, contudo, que muitos desses jornalistas são defensores do status quo, dos interesses da casa grande, submetem-se a todas e quaisquer ordens e mesmo assim amargaram o desemprego e a humilhação de ter de sair porta afora, como se fossem cães sarnentos, porque não se cansam de se enganar e, consequentemente, perceber que patrão é patrão e empregado é empregado, assim como tudo o que eles escrevem e falam tem de ter a concordância e a autorização de seus chefes e chefetes imediatos, que, subordinadamente, reportam-se aos diretores que tem acesso aos patrões, ou seja, os magnatas bilionários de imprensa e sonegadores de impostos. Ponto.
Já que a pequena burguesia (coxinhas de classe média) acredita em tudo o que lê e vê na imprensa familiar e de mercado, além de não dar qualquer sinal de discernimento, sensatez e o mínimo de inteligência para ponderar sobre os fatos, os acontecimentos e as realidades, afinal eles se autodenominam "apolíticos" e "apartidários", resolvi também informar aos coxinhas veteranos e jovens sobre o filho do ex-presidente trabalhista, Luiz Inácio Lula da Silva — o Lula —, conhecido como Lulinha.
Como se sabe, as acusações e os boatos sobre o Lulinha infestam a internet como a malária em florestas tropicais, desde que o mais importante e prestigiado político da América Latina e do Brasil, em termos mundiais, assumiu a Presidência da República. Contudo, eu, a exercer a profissão de jornalista de política em um tempo de quase 30 anos, escrevi quase nada sobre o Lulinha e muito menos fiz comentários sobre o cidadão em questão, sejam tais ilações negativas ou positivas.
Para cooperar com a blogosfera e bem informar aos coxinhas ou qualquer pessoa que seja, inclusive os seres humanos, resolvi publicar no blog Palavra Livre e no site Brasil 24/7, por intermédio de fotos, as posses, ou seja, o patrimônio pessoal do Lulinha, ao tempo em que me antecipo em minhas desculpas se eu tiver esquecido ou fui relapso ao denunciar algum outro patrimônio que, porventura, o filho do Lula tenha escondido para sonegar o fisco e eu fui enganado ou não percebi.
Veja abaixo o patrimônio do Lulinha
A carroça do filho do Lula
O barco do filho do Lula
A lâmpada do casebre do filho do Lula
O casebre do filho do Lula

O monomotor do filho do Lula

O macacão do filho do Lula
A churrasqueira do filho do Lula

A tulipa de chopp do filho do Lula
A bola de futebol do filho do Lula
O hambúrguer do filho do Lula
O palito de dentes do filho do Lula
O cão de guarda do filho do Lula
A escova de dentes do filho do Lula
Os sapatos do filho do Lula
O pente do filho do Lula
A mesa e a cadeira do filho do Lula
O almoço ou a janta do filho do Lula
A sobremesa do filho do Lula

E para concluir:
O boi da Friboi do Lulinha
Enfim, a partir de agora o que estiver ao meu alcance sobre as excepcionais condições de vida do Lulinha, o filho do Lula, eu não mais vacilarei em denunciá-las ao público coxinha de classe média e classe rica, pessoas cultas, instruídas e muito inteligentes, porque leitoras de publicações sérias e geniais, como a Veja, a Época, a Folha, o Estadão, o Globo, o Zero Hora e o Correio Braziliense, juntamente com suas co-irmãs em formas de televisões e rádios.
Lulinha tem de ser combatido, moralmente linchado e preso, pois se tornou um perigo para a Nação, o País, os negócios empresariais, bem como para a segurança nacional. Eu até diria que o Brasil deveria reeditar a Lei de Segurança Nacional (LSN). Mas, deixe estar. A imprensa comercial e privada (privada nos dois sentidos, tá?!), a oposição demotucana e a classe média coxinha "apolítica" e "apartidária", assim como seus filhos, coxinhas ferozes, não deixarão barato, pois continuarão a dar ouvidos à imprensa alienígena, sairão às ruas com suas camisas da Seleção Brasileira, a pedir por golpes de estado ou impeachment de uma presidente que não cometeu crimes de responsabilidade.
Todavia, os coxinhas continuarão com suas vidas de coxinhas falsamente revoltados com a corrupção no Brasil, pois seletiva, e, portanto, de conveniência, como demonstraram incontáveis vezes e agora mostram com o caso do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Trata-se dos coxinhas, os despolitizados, os colonizados e portadores de um incomensurável complexo de vira-lata, a odiar o Brasil e seu povo eternamente, porque sonham a vida inteira com a cidade de Orlando para abraçar o Mickey e fazer a vez do Pateta.
Eita, Lulinha! Esse menino não é fácil... É isso aí.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

INN - Quais foram os partidos que apoiaram Geddel?


Quais foram os partidos que apoiaram Geddel?


Quais foram os partidos que apoiaram Geddel?





















Quais foram os partidos que apoiaram Geddel? – Foto: Reprodução
Líderes dos partidos governistas na Câmara dos Deputados apoiaram formalmente o ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima.

Líderes da base governista vão ao Planalto entregar manifesto de apoio a Geddel
Líderes da base governista na Câmara dos Deputados estiveram, há pouco, ao Palácio do Planalto para entregar ao ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, Geddel Vieira Lima, um manifesto de apoio político. Segundo o líder do governo, deputado André Moura (PSC-SE), o ato visa reafirmar “o apoio total e irrestrito dos líderes da base ao ministro Geddel e a confiança que de que ele tem toda a legitimidade para continuar conduzindo a coordenação e a articulação política do governo na Câmara”.
Moura disse que a condução que Geddel tem dado, juntamente com o apoio de todos os líderes da base, tem permitido ao governo conquistar inúmeras vitórias.  “A experiência que tem Geddel, de um homem que esteve na Câmara por 20 anos, e acima de tudo o diálogo que ele tem muito próximo da base tem contribuído e muito. [Daí] nosso apoio e a nossa confiança para que ele possa continuar conduzindo a articulação política do governo”, disse o líder do governo.
“A ação do ministro Geddel é fundamental, e a continuidade do trabalho dele nos dá a certeza de que vamos continuar tendo esse diálogo muito próximo”, disse Moura. 
Entre outros, assinaram o documento de apoio ao ministro os lideres dos partidos Solidariedade, PSDB, PTB, PR, PP, PHS , PV, PMDB, PROS e PSD.
Geddel vem sendo alvo ataques da oposição após divulgação de uma entrevista em que o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero diz que foi pressionado pelo articulador do governo para que o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) liberasse um empreendimento imobiliário de alto luxo na orla central de Salvador, onde Geddel comprou um apartamento.
“Eu recebo com muita humildade essa manifestação, com muita responsabilidade, e só aumenta nossa vontade de trabalhar”, disse Geddel após receber o documento.

O TERROR DO NORDESTE: Dilma deu início ao julgamento dos canalhas perant...


A partir desse dia, esses canalhas fascistas foram reduzidos à condição de fungos desprezíveis que parasitam a árvore da democracia. Eles serão julgados e condenados pelo povo muito mais cedo que tarde. Assim como seus inquisidores de janeiro de 1970 escondiam seus rostos para não serem reconhecidos, os fascistas que em 2016 cassarão seu mandato legítimo também viverão escondendo seus rostos, e serão escravos de uma vergonha que os acompanhará pela eternidade da História.

O TERROR DO NORDESTE: Dilma deu início ao julgamento dos canalhas perant...: A consumação do golpe de Estado baseado no processo fraudulento de impeachment da Presidente Dilma é uma questão de horas.   A li...

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

INN - Texto corajoso da porra !!!



   
Sergio Cardoso
30 de setembro às 10:59
 
Texto corajoso da porra:

José Muladeiro
sex, 30/09/2016 - 06:48

Penso que o Nassif só comete um grande erro,

é achar que os verdadeiros golpistas já estão no poder. Para mim estes não passam de pilantras que aproveitaram a oportunidade. Os verdadeiros golpistas e o verdadeiro golpe ainda está em gestação.

Na vida, como em tudo o mais, um bom diagnóstico é fundamental para um bom tratamento. Caso o mal não tenha cura, curado está.

Por mais que tenhamos intensos e péssimos sentimentos diante de patifes como Temer, Moreira Franco, Padilha, Jucá e Geddel, parece-me que dar-lhes o título de golpistas é um elogio às suas parcas inteligências. Para mim eles são meramente os oportunistas que vendo um cavalo passando sem cavaleiro, mais do que depressa tomaram as rédeas do animal.

Então a quem pertence o cavalo?

Pertence a um grupo muito mais inteligente e organizado do que estes trapalhões. Este grupo é formado por membros de várias corporações: Procuradoria, Polícia Federal, Justiça, Velha imprensa e PSDB ( e deve obviamente contar com apoio estrangeiros)

Foram eles que minuciosamente foram articulando o enfraquecimento dos governos populares Lula e Dilma, aproveitando cada oportunidade para avançar e quando necessário recuar estrategicamente.

Este processo foi um contínuo desde a AP470, vulgo mensalão, até chegar ao Impedimento de Dilma.

Sem dúvida nenhuma este processo teve e tem os seus líderes. O primeiro foi o Barbosa, que serviu de instrumento para decapitar o PT de seus principais quadros políticos.

A Lava a Jato vem em seguida e aprofunda o processo. Quando o Cunha ainda era presidente da Câmara, o presidente do Senado, Renan Callheiros, ainda não estava totalmente inserido no golpe sendo mesmo considerado como sendo da base do governo.

Nesta época ele ameaçava não aceitar no Senado qualquer proposta de impedimento que viesse da Câmara dos Deputados. Foi quando o PGR Janot envia ao STF um pedido de prisão para Cunha, Calheiros e Sarney. Esta foi a forma que o líder sedicioso, Janot, encontrou para neutralizar Calheiros.

No STF o ministro Gilmar Mendes não perdia um momento para avançar suas teses, e tal como um general foi encarregado de um plano B, que seria cassar a chapa Dilma-Temer no STE. (neste momento, ele matreiramente está pouco ativo, esperando para dar o próximo bote)

Diante do impedimento, este plano B foi adiado estrategicamente para o ano que vem, quando permitirá que um quadro do verdadeiro grupo sedicioso ocupe o palácio.

O grande problema é o que fazer hoje. Não lutar contra o governo Temer seria incompreensível para grande parte da população. Contudo o Fora Temer nada mais é do que jogar a favor do outro golpe, pois será muito fácil cassar no STE um governo odiado pelo povo.

Já se perdeu uma grande oportunidade deixando Calheiros engavetar uma solicitação muito bem fundamentada de impedimento de Gilmar Mendes. Cortar a cabeça deste canalha deveria ser uma das mais importantes tarefas das lideranças populares. E isto tem que servir de exemplo para outros filhotes de golpistas que há no STF.

Da mesma forma está se perdendo a oportunidade para se fazer um acordo com Temer, que permita aprovar uma legislação que coloque um freio nos verdadeiros golpistas da Procuradoria.

Assim como Gilmar Mendes tem que ser impedido no STF, Janot tem que ser expulso da PGR.

Ou o Legislativo assume sua tarefa e cria as leis necessárias para colocar um freio nestas corporações ou será tragado por eles, levando junto o processo democrático.

Nisto o PT tem um papel fundamental a jogar. Ficar só no Fora Temer será um suicídio. Temer tem que ser convencido a fazer o que Dilma deixou de fazer. Tirar do Ministério da Justiça um elemento que é claramente uma ponta de lança do golpe de 2017, e colocar alguém em seu lugar capaz de por a PF a trabalhar dentro da lei. Todos os policias que praticaram atos contrários à legislação tem que ser investigados e colocados em outros postos, a começar pelo seu diretor geral.

No Congresso temos que ter a coragem de aprovar leis que regularizem o caixa 2 e retirem o poder absoluto dado aos Procuradores. No mínimo retirar o direito de eles fazerem investigações por conta própria.

Sim, pode dizer que isto é fazer acordo com canalhas, mas isto é o preço que temos de pagar para continuar jogando dentro dos marcos democráticos. A outra alternativa é preparar as forças e apoios para uma Rebelião popular, incluindo aí as Forças Armadas. Assim como o levante dos capitães em Portugal levou a uma rebelião popular e ao fim do salazarismo, pode se tentar o mesmo por aqui.

Antes que algum comentarista que se acha muito inteligente diga que isto é o que queria o Jucá quando disse que “temos que parar a Lava a jato” eu adianto: é isto mesmo. Temos de para este arremedo de justiça em que se transformou a Lava a jato, e Moro tem que responder por seus crimes contra a ordem jurídica, política e econômica.

O tempo urge, pois se deixarmos acabar este ano, os sediciosos terão vencidos e agirão com a maior naturalidade, depondo Temer e colocando em seu lugar algum figurão.

Quanto à participação dos USA no processo, penso que é secundário se falar, pois eles nunca esconderam seus propósitos. Eles nunca esconderam que queriam um fim do governo Allende, Hugo Chavez, e muitos outros, ao longo de uma longa História.

Eles sempre estão do lado de seus interesses e este não era o lado dos governos Lula e Dilma. Não me parece que eles estarão ao lado de Temer, quando terão a oportunidade de colocar em seu lugar alguém politicamente mais inteligente e menos odiado pelo povo. Um ditador mais palatável.

Enfim, eles, os norte-americanos defendem os seus interesses. Que nós defendamos os nossos que é o de pertencer a uma nação soberana e justa com seu povo.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

INN - Via Justiceira de Esquerda - Propina da Odebrecht a Serra compra 13 triplex e 13 sítios em Atibaia

Apesar de a Operação Lava Jato e a mídia anti Lula tentarem transformar em verdadeiros palácios imóveis que afirmam que o ex-presidente só poderia ter adquirido aceitando propina, na verdade os já lendários tríplex no Guarujá e Sítio em Atibaia são propriedades modestas, de classe média, e, mesmo que fossem de Lula, seriam compatíveis com seus rendimentos.
O apartamento de número 164 A do edifício Solaris, no Guarujá, tem 215 metros quadrados. É um imóvel típico de classe média. O Blog fez uma pesquisa e descobriu que os apartamentos desse prédio pertencem a gerentes de banco, médicos, advogados e até a representantes comerciais, entre outros.
Apesar de toda a mística criada pela mídia, não é sem razão que as imagens do apartamento em si que a mídia divulga são sempre imagens publicitárias do empreendimento imobiliário, em geral produzidas em computador e mostrando o apartamento mobiliado. A intenção é a de vender ao público a imagem de um imóvel nababesco.
Vale conferir imagens mais, digamos, “pé no chão” do imóvel pelo qual a Lava Jato e a mídia anti Lula dizem que o ex-presidente vendeu sua alma.





Quanto ao preço desse imóvel que dizem que fez Lula perder a cabeça e roubar o país, a mídia diz que custa “entre 1,5 e 1,8 milhão de reais”. As avaliações pouco confiáveis da mídia antipetista e antilulista podem ser conferidasaqui, aqui ou aqui
Um detalhe: não existe prova de que o apartamento pertença a Lula, apesar de ser um imóvel tão modesto (em se tratando de um ex-presidente). Para termo de comparação, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso comprou recentemente um apartamento de 200 mil euros para filho que teve – ou que pensou ter tido – fora do casamento e outro apartamento de 950 mil reais para a nova esposa, 46 anos mais jovem que ele.
De onde vem o dinheiro para o tucano comprar imóveis tão caros para dar de presente? Qual é a atividade de FHC que está lhe rendendo tanto dinheiro? Para Ministério Público, Polícia Federal etc., não vem ao caso.
Quanto ao sítio em Atibaia que os inimigos de Lula na mídia, no Ministério Público e na PF dizem ser dele, esse é alvo de uma campanha ridícula que tenta transformar uma propriedade de meros 800 mil reais (valor lançado em escritura e que não sofreu contestação dos investigadores anti Lula) em outra propriedade nababesca.
A mídia chegou a alardear que o sítio em Atibaia (SP) que dizem ser de Lula tem “até um Cristo Redentor”. Nas imagens abaixo, você confere essa propriedade “faraônica”.



No último domingo, porém, um fato inédito no jornalismo corporativo brasileiro mostra quão diferentes são os critérios para tratar homens públicos no Brasil. Reportagem do jornal Folha de São Paulo revelou que executivos da empreiteira Norberto Odebrecht afirmaram aos investigadores da Operação Lava Jato que a empresa pagou ao ministro das Relações Exteriores, José Serra (PSDB-SP), R$ 23 milhões por baixo do pano.
No âmbito da delação premiada de executivos e do próprio presidente da empreiteira, para comprovar que houve o pagamento por meio de caixa dois a Serra a Odebrecht vai apresentar extratos bancários de depósitos realizados fora do país que tinham como destinatário o ex-governador de São Paulo e atual senador pelo Estado.
A Folha também apurou que funcionários da companhia relatarão que os pagamentos foram propina a Serra no período em que ele foi governador de São Paulo (de 2007 a 2010). Os pagamentos estariam vinculados à construção do trecho sul do Rodoanel Mário Covas, obra que não termina nunca – os tucanos governam São Paulo há vinte anos e essa obra já dura uma década.
Contudo, a cereja do bolo é que, em valores atualizados, a suposta propina atinge 34,5 milhões de reais.
Vale lembrar que a Odebrechet é só uma das empreiteiras que acusam Serra. Em junho, saiu timidamente na imprensa antipetista que a empreiteira OAS também afirma, em acordo de delação premiada, ter pago propina a Serra. O valor dos pagamentos não foi divulgado, mas é perfeitamente verossímil supor que não sejam valores muito diferentes dos denunciados pela Odebrechet.
Este Blog não acredita na denúncia contra Serra, assim como não acredita nas denúncias contra Lula. Em benefício do Estado Democrático de Direito, ambos devem ser considerados inocentes enquanto seus acusadores não provarem o que dizem.
Lula foi acusado sem provas, com base em suspeitas e especulações de procuradores. Serra foi acusado com mais elementos. Há provas testemunhais contra ele, enquanto que, contra Lula, vale repetir, só existem suposições de investigadores da Lava Jato. Contudo, os acusadores de Serra têm que provar o que dizem, assim como os procuradores têm que provar as acusações que fazem a Lula.
O que espanta, enoja, indigna, porém, é que a mídia, setores da opinião pública e a própria Lava Jato tratam os dois políticos de forma diametralmente diferente. Não querem saber de presunção de inocência para Lula, mas querem o benefício para Serra. Aliás, os próprios tucanos condenam Lula com base nas evidências contra si, mas absolvem Serra apesar de pesarem contra si evidências igualmente sérias.
E não é só. Apesar das denúncias contra Serra, ele ainda não responde a processo. Como sempre, quando se trata do PSDB as providências da Justiça demoram tanto que eventuais crimes acabam ficando impunes. O mensalão do PT, por exemplo, foi julgado em apenas seis anos. Já o mensalão do PSDB está parado na Justiça há 18 anos.
A comparação entre os casos de Serra e Lula, porém, é de uma eloquência tonitruante. Só para efeito de comparação, os 34,5 milhões de reais de propina que o tucano teria recebido só da Odebrechet seriam suficientes para comprar 13 triplex e 13 sítios em Atibaia.
Apesar disso, a notícia saiu uma única vez na Folha, o resto da mídia soltou notinhas escondidas nos dias seguintes, o Jornal Nacional não noticiou absolutamente nada e o caso caminha celeremente para o ostracismo.
Os colunistas e editorialistas da mídia antipetista e até os comentaristas de internet, eternamente indignados com a “corrupção do PT”, não dizem nada, não cobram apurações, não fazem uma única das ilações que fazem quando a denúncia é contra petistas.
Eis por que este Blog não aceita o linchamento de Lula ou do PT sob a desculpa de repúdio à corrupção. Se houvesse tratamento igual para denúncias igualmente graves contra uns e outros, aqui não haveria a menor queixa – talvez contra o julgamento precipitado e a violação da presunção da inocência. Mas acusar e condenar uns sem julgamento e absolver outros sem nem investigar, isso é inaceitável.
Ou a lei vale igual para todos ou não vale para ninguém. Ou o repúdio à corrupção vale para todos os acusados ou não passa de farsa. E é facílimo mostrar como as suspeitas de corrupção contra tucanos e seus aliados são tratadas diferente das suspeitas contra petistas e os seus.
É irônico a acusação de roubo de dinheiro público contra Serra envolver valores 13 vezes maiores do que os da acusação contra Lula. E é simbólico.
Vale a antiga premissa de que, no Brasil, para ficar impune é preciso roubar muito. Mesmo se formos admitir que tanto o petista quanto o tucano são “ladrões” – e isso é inadmissível, até prova em contrário –, fica claro que o segredo da impunidade dos tucanos pode ser roubarem muito, o suficiente para comprar morosidade da Justiça, comprar impunidade.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

INN - Políticos de oposição a Lula estão rindo de quê? Todos são acusados na Lava Jato - Via Blog da Helena

cinismo

Políticos de oposição a Lula estão rindo de quê? Todos são acusados na Lava Jato

Aécio Neves comemorou a possível inelegibilidade de Lula, mas o tucano vem sendo acusado em uma delação atrás da outra
por Helena Sthephanowitz, para a RBA publicado 02/08/2016 09:18, última modificação 02/08/2016 09:41
Jose Cruz/ABr
Aécio Neves
Aécio Neves é a principal peça do quebra-cabeças que uma auditoria interna da Andrade Gutierrez tenta montar
Líder nas pesquisas eleitorais para 2018, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tornou-se réu na Justiça Federal – um dia depois do anúncio de que ele iria à ONU, o que soa mais como uma represália –  pelo juiz Ricardo Augusto Soares Leite, titular da 10ª Vara Federal de Brasília, acusado pelo Ministério Público Federal de prejudicar a apuração da Operação Zelotes.
Leite negou os pedidos de prisão temporária de 26 investigados e indeferiu a prorrogação do monitoramento dos e-mails e das escutas telefônicas. Além disso, determinou o sigilo das investigações para evitar, segundo ele, a “desnecessária exposição da intimidade” dos acusados. De acordo com a Polícia Federal, uma quadrilha atuava no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), órgão ligado ao Ministério da Fazenda, para reverter ou anular multas de forma ilícita.
Segundo as investigações da PF e do MPF, as empresas compravam votos de conselheiros do Carf. O prejuízo é estimado em R$ 6 bilhões, mas são investigados 74 processos no valor de R$ 19 bilhões em dívidas. Entre as empresas investigadas estão a RBS, maior afiliada da Rede Globo, Ford, Mitsubishi, BR Foods, Camargo Corrêa, Gerdau, TIM, Bradesco, Santander e Safra, entre diversas outras. O Ministério Público, no entanto, disse que não conseguiu anular a maioria dos casos, porque várias decisões judiciais dificultaram a obtenção de provas.
O procurador da República do Ministério Público Federal (MPF) no Distrito Federal Frederico Paiva disse quinta-feira (28) que o esquema criminoso no qual o Banco Bradesco teria se envolvido teria ciência e anuência do presidente da instituição, Luiz Carlos Trabuco. A Justiça aceitou denúncia contra o executivo e mais nove pessoas por envolvimento em esquema de corrupção no Carf.
A Procuradoria já representou contra Leite na Corregedoria do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, em abril. Se nenhuma medida for adotada pela corregedoria do Tribunal, a Procuradoria da República no Distrito Federal declarou que vai recorrer ao Conselho Nacional de Justiça. Na representação ao TRF, o MPF pede que a corregedoria instaure procedimento avulso contra o juiz e uma correição extraordinária na 10ª Vara Federal. Entre as punições previstas que podem ser aplicadas ao juiz estão advertência, remoção para outra vara e até mesmo aposentadoria compulsória.
A justiça quer, mesmo sem provas, condenar Lula para que ele fique fora da eleição, na melhor das hipóteses para ele.

Aécio está rindo de quê?

Peemedebistas e tucanos comemoram a decisão do juiz porque entendem que este foi o primeiro passo para que Lula possa ficar inelegível nas eleições presidenciais de 2018. Segundo informações de políticos ligado ao presidente interino Michel Temer, neste cenário ficaria mais fácil derrotar Marina Silva e colocar até dois candidatos governistas no segundo turno da disputa.
No entanto, domingo (31), os dois partidos tomaram uma ducha de água gelada. O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (PSDB-MG), vem sendo acusado em uma delação atrás da outra.
Aécio é a principal peça do quebra-cabeças que uma auditoria interna da Andrade Gutierrez tenta montar. De acordo com informações da Folha de S.Paulo de domingo, a empreiteira vem tentando se adiantar às investigações da Lava Jato e vai apurar pagamentos de propina e irregularidades envolvendo as obras da Cidade Administrativa, que abriga a sede do governo de Minas Gerais, em Belo Horizonte. Inaugurada em 2010, a obra é a mais cara da gestão de oito anos do ex-governador Aécio Neves, com custo de R$ 1,26 bilhão.
A sede do governo mineiro se tornou alvo da auditoria depois que os procuradores da Lava Jato informaram que os acordos de delação firmados entre a empreiteira e o Ministério Público Federal (MPF) teriam que ser complementados com informações sobre a obra. Segundo executivos da empresa, a apuração está dividida em duas etapas: antes e depois de a obra começar.
A outra acusação vem em breve. O ex-presidente da OAS Léo Pinheiro declarou que vai relatar, com base em documentos, que pagou suborno a auxiliares do então governador Aécio Neves, durante a construção da Cidade Administrativa. O relato de Pinheiro faz parte do acordo de delação premiada que está sendo negociado com procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato de Curitiba e Brasília, e que ainda não foi assinado.
De acordo com Leo Pinheiro, a OAS pagou 3% sobre o valor da obra a um dos principais auxiliares de Aécio, Oswaldo Borges da Costa Filho, que é apontado por tucanos como o tesoureiro informal de seguidas campanhas de Aécio, entre 2002 e 2014. A OAS integrou um consócio em conjunto com Odebrecht e Queiroz Galvão para erguer a obra. Já a Andrade participou de um consórcio com a Via Engenharia e a Barbosa Mello para fazer o edifício Minas. Ambos são anexos ao Palácio do Governo.
Lembrando o colunista Leão Serva: “Em que país democrático, no século 21, a principal realização de um governante poderia ser a construção de seu gabinete? Só no Brasil do "autoimperialismo". A obra é feita para girar o caixa das empreiteiras. Depois, os "autoimperialistas" criam a desculpa. A Cidade Administrativa é um monumento à propina.
Na melhor das hipóteses, para Aécio, tudo será esquecido. Candidatura à Presidência, a essa altura, é algo que parece improvável. Mas nunca se sabe. Quem tem Gilmar Mendes do seu lado não se preocupa com detalhes.
Ontem, surgiram também informações de que a Odebrecht também promete incriminar o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), que já vinha em franca decadência de popularidade desde que meteu os pés pelas mãos na discussão sobre o fechamento de escolas.
Também pegou mal o fato de num contrato, em que o Metrô apontou perdas de mais de R$ 300 milhões, Alckmin ter feito acordo com a multinacional francesa Alstom no qual perdoou dívidas que somam R$ 116 milhões e aceitou que o produto contratado seja entregue até 2021, com dez anos de atraso. Justo este ano, período em que o Metrô passa por uma grave crise financeira.
O ministro interino José Serra, atingido lateralmente no escândalo do superfaturamento de trens durante seu governo, também anda com o nome aparecendo por trás de tarjas pretas em perícias da Lava Jato. Serra foi citado pela OAS no acordo de delação.
No PMDB, não é de hoje que os principais caciques andam com o nome queimado. Olha a vergonha: ex-ministro interino de Temer, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) teve, no início do mês, seu pedido de visto negado pelo governo americano para uma viagem aos Estados Unidos. O motivo teria sido o fato de Jucá ser investigado na Lava Jato. Jucá ficou conhecido por ser o primeiro ministro a pedir demissão no governo de Temer, depois de vir a público uma gravação na qual ele defende o impeachment da presidente Dilma Rousseff para "estancar a sangria" da Lava Jato, numa tentativa de interromper as investigações sobre o esquema de corrupção.
Temer só está bem na fita da imprensa. Semana passada, em um dos ensaios para abertura da Olimpíada, no Maracanã, Michel Temer foi ruidosamente vaiado por vários grupos de participantes quando o locutor informou ao público a presença dele no estádio.
Com o cargo usurpado, Michel Temer anda sonhando em disputar a reeleição. E já está fazendo balão de ensaio. Um governo fraco, nas mãos do Congresso, e com citações de pagamento de caixa 2 feitas por Sérgio Machado em sua delação já seriam suficientes para ele ficar mais longe de qualquer sonho futuro. A decisão da Justiça Eleitoral que o transformou em ficha-suja já deveria encerrar o debate. Mas não. Em entrevista na edição deste domingo do jornal O Estado de S. Paulo, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), lançou a candidatura de Temer à reeleição em 2018.
Temer não pode ser candidato e só poderia entrar na disputa se a legislação fosse rasgada. Ou, se Aécio Neves deixar. Não se candidatar à reeleição foi ponto central do acordo que levou Aécio e todo PSDB a apoiar o impeachment e o governo de Temer, após o afastamento de Dilma.
Não foi manchete, mas a Folha noticiou: "Documentos revelam despesas de Temer em viagens luxuosas ao exterior". Documentos obtidos pelo jornal revelam que Temer chegou a gastar R$ 328 mil em uma única viagem ao exterior, quando ocupava a Vice-Presidência. Os dados, divulgados por meio da Lei de Acesso à Informação, mostram que Temer se hospedava em hotéis de luxo e chefiava comitivas numerosas nos deslocamentos, obrigando diplomatas a pedir aporte de recursos ao Itamaraty para fazer frente às despesas.
Entre 2011 e 2016, Temer fez pelo menos 15 viagens internacionais. Em visita à Turquia, em maio de 2012, o então vice gastou US$ 16 mil por três diárias de um quarto duplo no hotel de luxo Conrad, em Istambul. O peemedebista estava acompanhado por cerca de 30 pessoas, cujos gastos consumiram US$ 56 mil apenas em diárias de hotel. Também houve despesas de US$ 21 mil em aluguel de veículos, incluindo seis BMW, quatro vans Sprinter com capacidade para 12 pessoas cada, duas Mercedes Benz, dois Mondeo e um caminhão-baú para bagagens.
O governo pagou US$ 3.044 pelos serviços de um intérprete e um fotógrafo e mais US$ 4 mil pelo aluguel de duas salas para reuniões e entrevistas. No total, sem incluir os gastos com deslocamento por avião e diárias dos servidores, a viagem de Temer a Istambul custou cerca de R$ 328 mil. Esses gastos foram pagos pelo Itamaraty, em Brasília, a partir de "solicitações de recursos" do embaixador Marcelo Jardim. Sem agenda oficial em Nova York, Temer gastou com a esposa, Marcela, US$ 45 mil com aluguel de limousine para ver palestra de Mario Garnero.
Na maioria dos casos, os custos de viagens internacionais não são divulgados porque são pagos pelas próprias embaixadas brasileiras. Mas, quando as despesas extrapolavam a previsão inicial, os embaixadores solicitavam mais dinheiro ao Itamaraty. Temer esteve em Beirute, capital do Líbano, e em Btaaboura, vilarejo do interior libanês onde seus pais nasceram. Lá, o interino Temer inaugurou uma rua com seu nome.
Marina também deve explicações. Uma revelação promete fazer muito barulho. Ao participar de uma convenção de candidato a prefeito de São Paulo do seu partido, a ex-ministra Marina Silva voltou a atacar Dilma acusando a campanha de ter feito caixa dois.
Com os velhos partidos desgastados, nem mesmo a Rede Sustentabilidade, que surgiu prometendo se contrapor a todos eles, poderá disputar a eleição de cara limpa. Assim como os demais, Marina Silva é um nome que aparece em negociações de acordo de delação, por conta de um suposto caixa 2 para sua campanha em 2010, negociado pelo vice em sua chapa, Guilherme Leal, e por membros do PV, seu partido à época.
O ex-presidente da OAS Léo Pinheiro se comprometeu com os procuradores da Lava Jato a falar do caixa dois que, segundo ele, irrigou a campanha de Marina Silva à Presidência em 2010. O pedido a Pinheiro foi feito por Guilherme Leal, um dos donos da Natura, candidato a vice-presidente de Marina naquela eleição. Alfredo Sirkis, ainda de acordo com a delação do ex-presidente da OAS, acompanhava Leal quando a negociação foi fechada. Oficialmente, ou seja, no caixa um, o TSE não tem registro de qualquer doação da empresa baiana para a campanha de Marina.
Denúncias costumam aparecer em véspera de campanha. No caso dos políticos que gritam por impeachment e discursam contra corrupção, todas vieram muito antes. Políticos de oposição a Dilma torcem para 2018 chegar logo, para que eles tenham chance de escapar de punições enquanto cumprem mandato.

LINK
http://www.redebrasilatual.com.br/blogs/helena/2016/08/politicos-de-oposicao-a-lula-estao-rindo-do-que-todos-sao-acusados-na-lava-jato-109.html

quarta-feira, 15 de junho de 2016

INN - OS "6 ANOS" DE "MENSALÃO" do "ROMERINHO " - VIA OS AMIGOS DA PRESIDENTE DILMA

Jucá recebeu mesada de R$ 200 mil por mês a partir de 2008, diz Machado


O ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado disse em delação premiada que o senador Romero Jucá (PMDB-RR) recebeu propina de empreiteiras com contrato com a empresa por uma década. Os primeiros pagamentos teriam sido efetuados em 2004, o primeiro no valor de R$ 300 mil e o segundo, de R$ 400 mil, ambos em espécie. Os repasses não tinham periodicidade. A partir de 2008, a propina virou mesada: Jucá teria recebido “R$ 200 mil por mês durante dez ou onze meses por ano”. O pagamento teria sido interrompido em “julho ou agosto de 2014”.

Dos 100 milhões que o PMDB recebeu do esquema da Transpetro, R$ 21 milhões teriam sido repassados a Jucá. Desse montante, o senador teria recebido R$ 16,8 milhão em espécie. A maior parte foi paga no gabinete dele no Senado, pelo próprio Sérgio Machado. O delator contou que entrava sempre pela garagem, sem registrar presença na Casa. Algumas poucas vezes, ele conta que foi com o dinheiro até a casa de Jucá.

Os outros R$ 4,2 milhões teriam sido pagos em doações oficiais, sendo R$ 1,5 milhão da Camargo Corrêa, R$ 1 milhão da Galvão Engenharia e R$ 1,7 millhão da Queiroz Galvão. As doações foram feitas em 2010 e 2014, ora para o diretório do PMDB Nacional, ora para o diretório de Roraima, sempre “carimbadas” para Jucá.

Segundo Machado, Jucá foi um dos que sustentaram sua nomeação para a presidência da Transpetro. Em 2004, o senador teria procurado o delator para pedir ajuda “para manter sua estrutura e suas bases políticas em Roraima”. Ainda de acordo com a delação, “o contexto evidenciava que Jucá esperava que o depoente, na qualidade de dirigente de empresa estatal, solicitasse propinas de empresas que tinham contratos com a Transpetro e as repassasse”.

Machado também contou na delação que administrava a arrecadação de propinas na forma de um “fundo virtual”. Todo mês ele negociava com a cúpula das empresas os valores que seriam doados.
 
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sábado, 14 de maio de 2016

INN - Do PHA - "Divina Inspiração + proteção espiritual de Malacheia, confortam os golpistas !"

Homicida e sonegador preso inspira Temer!

Vamos trabalhar, Temer!
publicado 14/05/2016
Cartaz_Crise.jpg
Dono de frase que inspirou Temer está preso por tentativa de homicídio e responde por estelionato e receptação.

Do portal Viomundo:
Em seu discurso de posse como presidente em exercício, nesta quinta-feira, Michel Temer citou uma frase que o teria inspirado, ao passar por um posto na Rodovia Castelo Branco, no quilômetro 68 (”Não fale em crise, trabalhe”).

O estabelecimento em questão, Posto Doninha, fica localizado na cidade de Mairinque (SP).

Seu dono, João Mauro de Toledo Piza, o Joca, está preso, condenado a oito anos e dois meses em regime fechado por tentativa de homicídio.

Em 2012, Joca teria disparado contra um rapaz chamado Fábio, por conta de desavenças pessoais.

Em 2014, de acordo com dados obtidos com o Tribunal de Justiça de São Paulo, Joca foi condenado por tentativa de homicídio.

“Agiu, portanto, com ‘animus necandi’ e, não obstante o número de disparos efetuados, deu início à execução de um crime de homicídio, que não se consumou por circunstâncias alheias à sua vontade, não havendo que se falar em desclassificação para o delito de lesões corporais, como pretendido pelo apelante, em suas razões de recurso”, diz um trecho da decisão judicial.

Ficha corrida aditivada

A acusação por tentativa de homicídio não foi a primeira anotação da ficha do empresário. Em 2010, foi descoberto pela Polícia Civil um esquema de venda de combustíveis roubados no Posto Doninha.

Na ocasião, Joca não foi preso em flagrante, mas indiciado por receptação dolosa, sonegação fiscal e formação de quadrilha.

Na Justiça, Joca também responde a processos por estelionato, despejo por falta de pagamento e diversas outras ações na área fiscal. Ele também responde a uma ação civil pública por dano ao erário avaliada em R$ 500 mil.

Advogado e genro orgulhoso

Ao Extra, Silas Stancanelli, advogado e genro do réu que inspirou Temer, contou de onde surgiu a ideia para a instalação da placa:

— É uma frase de família, que ele falou a vida inteira para os filhos, tipo ‘Não reclame disso, trabalhe’, ‘Não reclame da crise, trabalhe’ — relata Silas.

Quando questionado sobre Joca estar em liberdade, ou não, o advogado subiu o tom:

— Se vocês quiserem fazer qualquer pesquisa, fiquem à vontade. Se precisarem de alguma coisa que seja interessante, posso até dizer algo. Caso contrário, não me interessa. Se vocês quiserem, vocês vão atrás — disparou.

Michel Temer citou a frase do Posto Doninha durante seu discurso de posse no Palácio do Planalto, em Brasília, na tarde de quinta-feira. O presidente em exercício disse que pretende espalhar a mensagem por todo o Brasil.
“Nós não podemos mais falar em crise. Trabalharemos. Há pouco tempo eu passava por um posto de gasolina na Castelo Branco e o sujeito colocou uma placa lá: ‘Não fale em crise, trabalhe’. Eu quero ver até se consigo espalhar essa frase em 10 ou 20 milhões de outdoors por todo o Brasil”, declarou.
 
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INN - Do DCM - A desconcertante confissão de Zezé ‘Helicoca’ Perrella. Por Paulo Nogueira



Postado em 14 May 2016
Não foram as pedaladas: pelo menos uma vez Perrella disse a verdade
Não foram as pedaladas: pelo menos uma vez Perrella disse a verdade
Os próprios golpistas se incumbiram de desmascarar o golpe.
Dois casos são notáveis.
Um deles é o do dono do helicoca, o senador José Perrella. Numa entrevista à BBC, Perrella disse que as pedaladas fiscais não foram a razão do afastamento de Dilma



Ora, ora, ora.
Mas não era aquela a base – mentirosa, cínica, é verdade – do pedido do impeachment?
Perrella, que votou pelo golpe, confessou involuntariamente um crime de lesa democracia.
Se não foram as pedaladas, o que foi então? Segundo ele, a “arrogância” de Dilma, expressa nas relações com o Congresso. É a primeira vez que a arrogância destrói 54 milhões de votos.
Daqui a pouco, elegeremos não um presidente da República, mas um Mr ou Mrs Simpatia.
Perrella não deve ter ideia da gravidade do que disse. Mas sabemos todos que este tipo de coisa não tem consequência com este Supremo ridículo que temos.
Na entrevista, ele não fez apenas uma confissão bizarra. Fez também uma ameaça pouco sutil a Temer. Disse que se Temer não cuidar bem do Senado “a Dilma volta”. Basta que três senadores que votaram pelo afastamento mudem de ideia. E ainda explicou: isso pode parecer estranho, mas política é uma coisa “muito dinâmica”.
Na prática, Perrella disse a Temer que deve atender os caprichos e as demandas de todos os senadores golpistas, a começar por ele mesmo, ou vai dançar em muito pouco tempo.
Este é Perrella. Este é o Senado. Este é o golpe. Esta é uma das instituições que o eminente juiz Toffoli diz, com sua imensa cara de pau, que devem ser respeitadas.
Instituições que não se auto-respeitam jamais serão respeitadas pela sociedade.
O segundo golpista que revelou o caráter do afastamento, nestes dias, foi FHC, o decano do golpe. Numa entrevista à CBN, ele repetiu Perrella. Disse que as pedaladas fiscais não foram o motivo do impeachment.
E alegou, como o dono do helicoca, que Dilma não foi hábil na relação com o Congresso.
Não vou nem perguntar aqui como uma pessoa honesta como Dilma poderia lidar com um Congresso dominado por um gangster como Eduardo Cunha, um psicopata que foi apoiado selvagemente pela mídia e pelo PSDB de FHC.
Mas vou lembrar: foi o PSDB que encomendou a Janaína Paschoal o parecer sobre o impeachment que selou a sorte de Dilma. Nele, a acusação eram exatamente as pedaladas.
Em outra entrevista, agora ao Globo, FHC disse que Lula está enterrando sua carreira. Só não digo que FHC deveria olhar para o espelho por uma razão: ele já enterrou a sua há muito tempo.
É um homem totalmente identificado com os interesses da plutocracia. É um réles, um miserável, um desprezível golpista, um Lacerda fantasiado de sociólogo.
Em seu túmulo, deveria ser inscrita a seguinte frase: “O decano do golpe”.
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Paulo Nogueira
Sobre o Autor
O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.
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quinta-feira, 12 de maio de 2016

INN - Concordo plenamente com Aposentado Invocado


INN - Vamos ter de caminhar muito, junto do povo, até vermos a luz de novo.

SOB O MANDO DE UM VILÃO, QUE AINDA FICARÁ MUITO MENOR DO QUE JÁ É. Por Fernando Brito •

Quando Leonel Brizola perdeu, por uma manobra judicial tramada por Golbery do Couto e Silva, a sigla do PTB de Vargas, Carlos Drummond de Andrade escreveu, no velho JB de de 1980:

Vi danças festejando a derrota do adversário, e cantos e fogos. Vi o sentido ambíguo de toda festa. Há sempre uma antifesta ao lado, que não se faz sentir, e dói para dentro.

A política, vi as impurezas da política recobrindo sua pureza teórica. Ou o contrário.. Se ela é jogo, como pode ser pura… Se ela visa o bem geral, por que se nutre de combinações e até de fraudes?

A consumação do afastamento de Dilma Rousseff, às 6:34 de hoje, por truques jurídicos de um golpe parlamentar, virou história.

Triste, mas história.

Hoje não é dia de discutir como e porque chegamos a este desfecho, mas de abraçar a figura vencida e de abominar a do vencedor.

Chegará, sim, a hora da reflexão – muito mais do que acusação – sobre os erros cometidos, mas certamente não é essa.

Há algo mais grave, muito mais, do que qualquer erro que Dilma, ou Lula, ou o PT, ou mesmo toda a esquerda possam ter cometido.

É que nosso país, de tantas vilanias e de tantos vilões, está sob o mando de um rematado vilão, porque só o vil assim hipertrofiado é que poderia urdir a degola daquela (e daquele, porque também a Lula) a quem deve o lugar de seu substituto.

Não há, na história do país, exemplo igual de vilania. Nem Jango, nem Itamar Franco tramaram contra Jânio e contra Collor. E o que fez Café Filho com Vargas é asséptico perto da imundície de Michel Temer.

Imundície que não se resume nele, mas em todas as instituições que assistiram e promoveram a consumação deste esbulho: um acanalhado sem vergonhas, o Legislativo, e o acanalhado pomposo, o Poder Judiciário.

Bem se vê que ambos não coraram de se acumpliciar ao regicídio, mesmo a maioria deles tendo feito parte da Corte.

Dilma não caiu por crimes, como os tantos da política, nem sequer os de responsabilidade. Basta um fato para demonstrá-lo: o sepulcral silêncio sobre o nome de Joaquim Levy, o ministro da Fazenda que planejou, redigiu e assinou os atos pelos quais Dilma é acusada.

Pois se admitir-se que Dilma “pedalou”, Levy preparou a bicicleta “engatilhada”.

A omissão do ex-ministro da Fazenda é, porém, uma nada perto do nanismo moral de Michel Temer.

Nanismo, o que é pior, sem sequer um sistema de freios e contrapesos parlamentar ou judicial que o possam tracionar.

O que vão fazê-lo, por fraco, é comprimi-lo ainda mais ao rés do chão.

E por pequeno, moral e politicamente, transferirá para o povo que ilegitimamente passa a governar, todas estas pressões e compressões.

Passava pouco das seis e meia da manhã quando os últimos raios de luz desapareceram do horizonte próximo.

Vamos ter de caminhar muito, junto do povo do qual nunca podemos nos apartar com aventuras, até vermos de novo a luz.

http://jobhim.blogspot.com.br/2016/05/sob-o-mando-de-um-vilao-que-ainda.html

quinta-feira, 5 de maio de 2016

INN - A quais razões terá atendido o ministro Celso de Mello....

   
Aldenôra Moraes
5 de maio às 07:16
A quais razões terá atendido o ministro Celso de Mello quando decidiu ingressar de mala e cuia no grupo dos colegas boquirrotos, pronunciando-se sobre o mérito de matéria que brevemente, sabe ele e sabe todo o mundo, deverá julgar?

Pois o ministro procurou as câmeras de tevê do complexo golpista para, reforçando-o, declarar que o golpe parlamentar, que atinge a presidente Dilma Rousseff na plenitude de seu mandato, não era golpe, e por isso ganhou as manchetes que os jornais careciam para gritar a favor do impeachment sabidamente ilegal, escandalosamente à míngua de fundamentação constitucional: a inexistência, cobrada pelo art. 85 da Constituição Federal, de crime de responsabilidade.

E o ministro sabe disso. Mas o STF é servidor do formalismo (e do poder) com tal convicção religiosa que, aos tempos da ditadura, da qual foi parceiro, não tremia em suas bases jurídicas ao negar sistematicamente habeas corpus a perseguidos políticos, invocando a vigência dos atos institucionais.

De todos os modos, sua declaração deixou ainda mais exposta a participação do STF na conspiração golpista de nossos dias. Diz o decano e alguns colegas de baixa nomeada, antecipando voto em provável demanda no STF, que o golpe foi formalmente legal, o que atestaria a inexistência de golpe. Um sofisma. Ora, a forma não é o conteúdo e o golpe não está na forma, mas na sua essência.


O ministro não explica, porém, porque o STF não julga o mérito da liminar esdrúxula de seu colega Gilmar Mendes, que proíbe a presidente da República de nomear ministros e igualmente não explica porque não julga o pedido de afastamento do presidente da Câmara Federal, o réu Eduardo Cunha, peça essencial do golpe e por isso preservada de julgamento até aqui.

Seu pedido de afastamento da presidência da Câmara, que conspurca, foi apresentado pelo procurador-geral da República no dia 16 de dezembro de 2015 e consta de 183 páginas e nove anexos e seu objetivo, está lá escrito, é “proteger a Lava Jato e a dignidade do Parlamento”.

O correntista suíço, ainda deputado, é acusado, na mesma peça, de “destruir provas, pressionar e intimidar vítimas” razões que têm levado muitos acusados às grades da PF em Curitiba. Mas ele permanece livre e poderoso porque o STF não julga o pedido do procurador.

Estimam observadores que o STF “lavou as mãos para não intervir na domesticidade do Legislativo”. Ora, esperar pela ação da Câmara, controlada pelo réu, é contribuir para a impunidade. Não julgar, é uma forma de julgar. Toda e qualquer demora do STF será registrada pela História como conivência, pois se sabe que há um acordo visando a proteger Cunha: PMDB/PSDB/DEM e penduricalhos têm dívida de gratidão com quem lhes deu o poder negado nas urnas.

O parlamentarismo e o presidencialismo conhecem fórmulas distintas de substituição do chefe do governo. Nos regimes de gabinete há o voto de desconfiança que destitui o primeiro-ministro (e o gabinete) sempre que este se encontre em minoria parlamentar. É ato tipicamente político.

No parlamentarismo, o presidente é geralmente eleito pelo voto popular (França, Portugal, Itália, por exemplo) e cabe-lhe simplesmente as funções de chefe de Estado e em alguns casos o comando da política externa. Nas monarquias parlamentares (Inglaterra, por exemplo), o “rei reina, mas não governa”. As funções de governo e de Chefe de Estado são atribuições do primeiro-ministro, eleito pelo Parlamento, expressão do poder popular.

No presidencialismo há apenas duas formas de mudança do presidente, a clássica, do golpe de estado clássico (com violência ou não) e a constitucional, via impeachment, nas hipóteses previstas pela constituição. Quando esse se processa sem o atendimento à prescrição constitucional, volta-se para a primeira hipótese e para a classificação de golpe de Estado. É o caso atual.

Dilma é vítima de golpe de Estado e é irrelevante a afirmativa de que a figura do impeachment está prevista na Constituição Federal e é igualmente irrelevante o fato de o STF haver disciplinado o rito de seu julgamento nas duas casas do Congresso. O que se discute não é a forma. Mas a inaplicabilidade do remédio extremo na ausência de crime de responsabilidade, nos termos, repito, do art. 85 da Constituição Federal.

A acusação à presidente – na peça vestibular, na Comissão, no Plenário da Câmara, na Comissão do Senado – não conseguiu indicar uma só hipótese de crime de responsabilidade, e não foi por deslize administrativo que ela está sendo punida, mas por haver perdido maioria no Congresso e isso é uma violência inominável no leito do presidencialismo.

Trata-se, pois, de ato político, estritamente político-partidário, aliás revelado à saciedade nos votos esdrúxulos do 17 de abril, um infindável desenrolar de queixas, queixumes e mágoas ao lado de um vazio de acusações objetivas. Eis o golpe e, para essa configuração, é irrelevante se o agente foi o Congresso ou um destacamento militar.

Os parlamentos e os judiciários cumprem o papel que antes era atribuído às Forças Amadas, no caso vertente animados pela coalizão formada pela mídia, o grande capital, os partidos conservadores e o complexo Judiciário-Ministério Público-Polícia Federal.

Foi assim com Manuel Zelaya (Honduras, 2009), cassado pelo Judiciário; com Fernando Lugo (Paraguai, 2012), cassado pelo Congresso. Nada de novo mesmo entre nós. Esse golpismo soft, que os alemães chamam de kalter Putsch (golpe frio) é conhecido de nossa história política, desde o Império.

Registra-se o contragolpe de Lott no 11 de novembro de 1955, quando o Congresso Nacional, em uma assentada, declarou o presidente (Café Filho) e o vice-presidente (Carlos Luz) incapazes de exercer a presidência da República, depondo-os. Golpe que posteriormente seria sancionado pelo STF.

Foi nosso Congresso que, sem vícios formais, implantou o parlamentarismo em 1961, um efetivo golpe contra os poderes de João Goulart, eleito para um mandato presidencialista. Foi o presidente do Congresso Nacional, Auro de Moura Andrade, que declarou vaga a presidência da República, quando o presidente João Goulart estava em território nacional, e assim e por isso deu posse na presidência ao deputado Ranieri Mazzili, presidente da Câmara dos Deputados.

Era a forma de dar passagem legal ao golpe militar de 1964. Esse mesmo Congresso pouco depois elegeria o primeiro ditador, o general Castello Branco, e a seguir todos os generais-presidentes-ditadores previamente eleitos pelo generalato para a chancela de um Congresso de cócoras, mas funcionando, porque de seu funcionamento precisava a ditadura para dizer que formalmente vivíamos num Estado formalmente constitucional!

As instituições sempre a serviço do príncipe do momento.

O fruto do golpe contra Dilma será um governo sem respaldo na soberania popular, mácula incurável. Um governo derivado de um esbulho; carente, de toda e qualquer sorte de legitimidade, à míngua de qualquer respaldo ético, pois arquitetado na traição e operado por um deputado-réu, senhor de baraço e cutelo de um colegiado sobre o qual pesam acusações as mais graves.

O fruto desse golpe será um governo unilateralmente pró-mercado, pró-negócios, chefiado por um político menor, sem respaldo popular. Seu “vice”, objeto de inumeráveis inquéritos no STF responde a processo no Conselho de Ética da Câmara.

A História terminou?

Independentemente do desfecho imediato da crise política, permanecerá intocada a fratura exposta da crise de legitimidade que corrói os poderes da República, e ameaça a democracia representativa, qual a praticamos, reclamando a reorganização política do País. O Estado de hoje não mais atende às necessidades de nosso desenvolvimento e da complexidade que caracteriza a mudança social em andamento.

A crise política é o anúncio de um fim de ciclo e indica, no horizonte, o novo ciclo que se está costurando nos escaninhos insondáveis do processo histórico. Aos movimentos sociais cabe preparar-se para uma longa e dura jornada de lutas em defesa dos direitos trabalhistas e sociais e da soberania nacional. Afinal, o que está em jogo é o Brasil das próximas décadas.

Fonte:http://cartamaior.com.br/?%2FEditoria%2FPolitica%2Fe-golpe-sim%2F4%2F36070
É golpe, sim
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