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sexta-feira, 11 de março de 2016

INN - LULA NÃO QUIS SER MINISTRO, O MOTIVO VAI TE SURPREENDER Por Ricardo Amaral - Via email


   
   
 
Postado por Aldenôra Moraes, Rita De Cassia Colacique e outras 9 pessoas publicaram no grupo SOLIDÁRIOS COM JOSÉ DIRCEU!!!.
 
   
Aldenôra Moraes
11 de março às 05:45
 
LULA NÃO QUIS SER MINISTRO, O MOTIVO VAI TE SURPREENDER
Por Ricardo Amaral

Ao recusar um posto no ministério da presidenta Dilma Rousseff, o ex-presidente Lula produziu um raro momento de grandeza na cena política brasileira. Lula considera indigno de sua história buscar, no foro privilegiado, o salvo-conduto contra as arbitrariedades da hora. Virar ministro seria criar um constrangimento para o governo e para a presidenta. E isso Lula não fará jamais. É assim que se comporta um líder, que não precisa de cargos para exercer a política e dispensa refúgio para a dignidade afrontada.

Na plena vigência do estado de direito, Lula não teria nada a temer. Não cometeu nenhum crime, antes, durante ou depois de governar o País. Sua atividade como palestrante é o resultado da projeção internacional que conquistou. Recolhe impostos pelo que ganha licitamente. Não faz lobby, consultoria nem intermediação de negócios. O Instituto Lula não recebe dinheiro público, nem direta nem indiretamente. Mas, e daí?

No ambiente de terror policial insuflado pela oposição e pela mídia, Lula tornou-se alvo de toda sorte de violência. Agentes do terror lançaram uma bomba na sede do Instituto Lula. Agentes do Estado, que deveriam estar submetidos à Lei e à hierarquia, quebraram ilegalmente o sigilo bancário do ex-presidente e de um de seus filhos. As pegadas sujas do crime estão nas páginas de uma revista sórdida esta semana. Quebraram o sigilo de suas comunicações e, ao invés de denunciá-la, parte da imprensa associou-se à meganha bandida.

Há fortes motivos para crer que o próximo passo seja submeter Lula aos métodos parajudiciais da República de Curitiba: o mandado cego de busca; a condução coercitiva para mero depoimento; a prisão “preventiva” pela simples razão de que o sujeito está solto. Os vazamentos seletivos dos últimos dias desmoralizaram as negativas formais do juiz e dos promotores da Lava Jato: Lula é, sim, o alvo cobiçado da operação. Não para ser processado, pois não há acusação contra ele, mas para ser humilhado diante das câmeras.

No estado de exceção a que se encontra sujeita uma parte do País, ninguém poderia negar razão a Lula caso aceitasse a oferta solidária e leal da presidenta Dilma. Ministro, ele estaria a salvo das arbitrariedades da primeira instância e do terror policial-midiático. Mas Lula não é um ex-presidente qualquer – e nisso é preciso concordar, por razões opostas, com o autor original da frase: Merval Pereira.

O imortal do Globo sustenta que Lula não pode ser tratado como um cidadão de pleno direito, porque continua sendo um líder muito influente cinco anos depois de ter deixado o Planalto. Trapaça da história: o promotor que denunciou Lula na LSN por um discurso contra a ditadura, em 1980, também sustentou que a ameaça à segurança nacional não estava exatamente nas palavras do metalúrgico, mas na influência que ele exercia sobre as plateias.

De volta ao imortal: Lula não pode fazer palestras para empresas contratadas pelo governo (Merval talvez ignore que seu patrão, o Infoglobo, que tem contratos milionários com o governo, já contratou palestra de Lula). O Instituto Lula não pode receber doações empresariais (só o Instituto FHC pode, e pode até receber doação da estatal tucana Sabesp). Lula não pode encontrar governantes estrangeiros (embora seja o brasileiro mais respeitado ao redor do mundo). E, se isso fosse possível, Lula não poderia fazer política.

Este raciocínio autoritário, parcial e preconceituoso sustenta as torpezas cometidas contra Lula (e contra a verdade) pelos veículos e colunistas amestrados sob influência do sublacerdismo tosco e tardio que emana da rua Irineu Marinho. É o que explica as manchetes mentirosas atribuindo a Lula a propriedade de um apartamento que ele não tem, os “voos sigilosos” (em aviões invisíveis?), as “reuniões secretas” (em auditórios públicos, com cobertura da imprensa), os telegramas oficiais grosseiramente manipulados para virar notícia.

Lula é atacado justamente por ser o mais influente líder popular que o Brasil já conheceu. E por ser o maior obstáculo ao projeto regressista e conversador que, frustrada a aventura golpista, por suas contradições políticas e econômicas, precisa eliminar a liderança de Lula antes das eleições de 2018. A Pax Marinho, que ninguém se engane, é um movimento das elites econômicas para garantir a estabilidade necessária ao ambiente de negócios. Não é um pacto para preservar Dilma. E muito menos, para preservar Lula.

O que preserva Lula é sua liderança, sua coerência e seu caráter. Ao recusar o ministério, Lula promoveu um magnífico contraste com personagens políticos, institucionais e midiáticos nesta que é a mais rebaixada quadra da disputa política desde a redemocratização. Enquanto alguns ousam sequestrar instituições, para salvar a pele ou perseguir adversários, e outros se omitem de suas responsabilidades republicanas, por covardia ou conveniência, Lula decidiu simplesmente portar-se com dignidade.

A recusa de Lula é um gesto fundamentalmente moral. É corajoso, porque arrosta a arbitrariedade, e desprendido, porque preserva a presidenta. É mais uma lição do ex-retirante, ex-engraxate, ex-metalúrgico, ex-sindicalista para a educação política desta e de outras gerações. Isso é incompreensível para os abutres que tentam medi-lo pela régua de seu próprio e mesquinho caráter. Lula não é mesmo um ex-presidente qualquer. Lula é um líder.
http://plantaobrasil.net/news.asp?nID=93163&p=2

sexta-feira, 4 de março de 2016

INN - LULA GUERREIRO DO POVO BRASILEIRO ! - Via Aposentado Invocado

É o novo Brasil, ninguém está acima da lei desde que seja do PT. O resto pode ficar à vontade. Só tem um problemazinho mesmo que Lula não seja eleito seu legado será. O futuro presidente da República terá as mesmas ideias de Lula. Por José Augusto, do Blog Os Amigos do Presidente Lula: "Não adianta querer prender e arrebentar o presidente Lula achando que vão destruí-lo. Já o prenderam na ditadura e a ditadura caiu. O apartheid na África do Sul prendeu Nelson Mandela e caiu."
























Somos todos Lula.


Não adianta querer prender e arrebentar o presidente Lula achando que vão destruí-lo. Já o prenderam na ditadura e a ditadura caiu. O apartheid na África do Sul prendeu Nelson Mandela e caiu.

Lula nem pertence mais só a sua própria pessoa. Ele representa um projeto popular nacional. Lula é o fim da fome, o fim da miséria no Brasil, é o projeto nacional de um país de todos, da igualdade racial, da justiça social, de melhores salários e melhores aposentadorias, de crianças na escola e jovens na universidade, de médicos para todos, de moradia decente para todos, de mais direitos para todos, da participação popular nos destinos da nação, do Brasil potência. Mas potência popular com as riquezas ficando para todo o povo brasileiro.

Por isso somos todos Lula. Lutamos por ele, sobretudo, porque Lula é quem melhor teve e tem a capacidade de liderar esse projeto. Mas lutamos também porque é covardia o que estão fazendo com ele.

E não venham com mentiras contra Lula, porque quem dera todo político fosse honesto como ele. Foi, possivelmente, o presidente que saiu com menor patrimônio da presidência. Ganhou dinheiro sim, mas legitimamente, depois de deixar a presidência, com palestas.

Seus filhos são pequenos empresários. Não foram nomeados diretores de estatal como um jovem Aécio Neves recém-formado foi nomeado diretor da Caixa no governo Sarney. Não viraram diretor de banco privatizado pelo pai, como ocorreu com o filho de Alckmin. Não ganharam concessões públicas de TV, nem de lavra de mineração. Não foram funcionários fantasmas em gabinetes de senadores. Não viraram sócios de bilionários como a filha de José Serra.

E Lula criou um Instituto voltado para cooperação do Brasil com a África e a América Latina. Se tivesse criado um instituto picareta para defender o cartel da imprensa ou dos bancos ou da geopolítica estadunidense estava tudo "certo". Mas defender a integração com pretos e "cucarachos"? Ah... isso só pode ser crime na cabeça dos coxinhas doentes, racistas e preconceituosos.

É injustiça e covardia o que estão fazendo com Lula, por isso temos que defendê-lo e não podemos nos omitir.

Não adianta quererem destruí-lo para entregar o pré-sal a estrangeiros, e também para o mercado financeiro globalizado e corrupto nos escravizar. E para o "B" sair dos BRICS e virar colônia econômica dos EUA. Porque vamos derrubar esse entreguismo e servilismo. Somos todos Lula.


INN - Novo post em Hariovaldo Almeida Prado - “Ressurge a Democracia dos Homens Bons Novamente”

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

INN - O Festival de Insanidades que Assola o País - FEINAPÁ

   


Em um grupo de wattsapp uma pessoa, presumivelmente alfabetizada, já que lê e escreve mensagens e presumivelmente vivendo no século XXI, já que faz uso de tecnologias modernas de comunicação e afinal estamos em fevereiro de 2016, compartilha uma mensagem "Urgente para todos os brasileiros", onde alerta para a "importância" de uma advertência do pastor Silas Malafaia sobre o "chip do demônio". 


Um membro do grupo entra no assunto e de forma educada argumenta que o alerta "não procede". O "chip do demônio" é inconstitucional, assegura ele. Segue-se um debate sobre o "tema", com a maioria dando algum tipo de crédito à trama que o tinhoso estaria arquitetando com auxílio da Dilma e da ONU.

Victor Hugo, em Os Miseráveis, dizia que, em “cidades pequenas, existem mais bocas que falam do que cabeças que pensam". Tire o “cidades pequenas” da frase e coloque redes sociais e a analogia está pronta.

Falecido na última sexta-feira (20), o escritor Umberto Eco afirmava que "as redes sociais dão o direito de falar a uma legião de idiotas que antes só falavam em um bar depois de uma taça de vinho, sem prejudicar a humanidade. (...) É a invasão dos imbecis".

Mas o problema é menos da rede social, em si mesma uma coisa positiva, e muito mais do uso que se faz deste instrumento através do sistema midiático hegemônico, que transforma cérebros em geleias.

É o crime perfeito. O uso do senso comum habilmente direcionado e manipulado para atingir determinado fim político. A “legião de imbecis”, de que falava Umberto Eco, munida de não mais do que três ou quatro “verdades”, saí a bradar aos ventos com a convicção de um fanático e a profundidade de um pires.

É assim que assistimos surgir em massa fenômenos como o pobre convictamente direitista, a mulher histericamente machista, o gay ultraconservador, e por aí vai.

Um conhecido de muitos anos lamenta em seu facebook que determinado jovem (menor de idade, pobre e negro) detido acusado de um crime, não tenha sido morto imediatamente e completa: "e punido depois do devido processo legal".

Ele não explica como o cadáver iria se defender no "devido processo legal" e qual a punição que seria aplicada ao corpo depois de condenado.

Detalhe: a própria polícia descobriu depois que o jovem em questão não tinha cometido o crime que lhe era atribuído.

Dias depois este mesmo cidadão posta a foto de uma pessoa morta em tiroteio com a polícia: “Pra cima deles sem perdão ou pena.Se for menor de idade manda pro IML e depois liga pro Deputado pra ele pagar a conta”.

Detalhe II: O cidadão que posta estas repetidas mensagens saudando execuções sumárias e a barbárie institucionalizada é um advogado negro.

Vários advogados curtem a postagem. Um deles pelo menos é sócio de um escritório de advocacia criminal.

Outro cidadão defende uma lei proibindo o casamento de pessoas do mesmo sexo e quase na mesma frase diz "que o Estado deve interferir o mínimo na vida das pessoas".

Mais ou menos como aquele que defende a “meritocracia” e tem medo da concorrência dos “imigrantes”.

Notórios corruptos bradam enfurecidos contra a “corrupção”. Velhos e conhecidos acochambradores, que passaram a vida promovendo e acobertando suas falcatruas e as de parceiros, se transformam em porta-vozes da moralidade nacional. E são aplaudidos freneticamente.

A coisa é tão bem-feita que quando o índice de insanidade atinge um grau absurdo, a mesma mídia hegemônica que produz o fenômeno ainda corre a fazer pose de surpresa, chegando a admoestar o monstro que criou sem, no entanto, deixar de alimentá-lo e conduzi-lo.

O jornalista Sérgio Porto (pseudônimo Stanislaw Ponte Preta) criou “O Festival de Besteiras que Assola o País – FEBEAPÁ” como forma de criticar a ditadura militar.

Hoje, quando a ditadura foi derrotada e graças a isso as pessoas podem se manifestar e algumas se manifestam pela volta da ditadura, se vivo fosse Sérgio Porto talvez trocasse o “Besteiras” por “Insanidades”.

Pois este clima de frenesi de manipulação, intolerância e ódio, sempre com os mesmos alvos e claros objetivos, não é novo na história mas também não desperta em parcelas significativas do povo qualquer suspeita sobre seus verdadeiros motivos.

Enquanto isso, acobertados pela mídia e contando com a adesão de uma "legião de imbecis", de juízes comendadores da Globo e de procuradores fanáticos religiosos, os descendentes políticos dos golpistas de 1964 tramam algo nefasto.

Algo que pode afetar dramaticamente a vida da grande maioria da população e cujo segundo passo será a morte da democracia.

Digo segundo passo, pois o primeiro passo em grande medida parece que já deram: estão conseguindo matar o pensamento.


Colabore com o Notas Vermelhas: envie sua sugestão de nota ou tema para o email wevergton@vermelho.org.br   http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=367&id_noticia=276610

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