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quinta-feira, 31 de março de 2011

TATUÍ - CAMPANHA DE DOADORES DE MEDULA ÓSSEA - HÁ 7 ANOS, E A CAMPANHA CONTINUA . . .


EM Tatuí, João Premazzi já fez uma linda história com sua luta quase que diária por essa nobre causa, desse trabalho que envolveu muitas pessoas em nossa cidade, já houveram ao menos dois doadores de medula óssea saídos de nossas campanhas e em algum lugar desse mundão, salvou uma vida cada um, agora estamos muito próximos de termos nosso primeiro receptor, o que em breve estaremos divulgando aqui no INN, para que todos saibam que doar faz bem ao coração, a mente e a alma, DEUS abençoe a todos que de alguma forma, nestes últimos 7 anos puderam nos ajudar.

Campanhas em Tatui e Região
João Premazzi
joao.premazzi@uol.com.br



A nossa equipe, com apoio técnico do Hemocentro da Santa Casa de São Paulo, organiza campanhas externas para o recrutamento de doadores de medula óssea no REDOME. Campanhas essas, solicitadas por pacientes que precisam de transplante de medula óssea e não possuem doadores compatíveis na família.Essas pessoas dependem da solidariedade de voluntários cadastrados no banco de medula. Entretanto, nem todos os hemocentros realizam essa atividade e para viabilizar o cadastramento em todo Estado, a AMEO através da informação, divulgação e sensibilização, realiza grandes campanhas e coletas externas.

VEM AÍ A CAMPANHA 2011, ESTAREMOS INFORMANDO AQUÍ NO INN . . .

CONHEÇA A


A AMEO - Associação da Medula Óssea do Estado de São Paulo, é uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), composta por um grupo de pacientes, familiares de pacientes, voluntários, profissionais da área de saúde e possui o apoio técnico do Hemocentro da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.
Fundada em 2002, a partir da dificuldade vivenciada por pacientes e seus familiares em encontrar um doador de medula óssea compatível , a AMEO foi pioneira em assumir o compromisso de mudar essa situação. Naquele ano havia somente 12.000 doadores no Registro Nacional, o que tornava praticamente nula a chance de encontrar um doador.


Juliana Venâncio: Paciente Fundadora e Camila Hinsching: Paciente transplantada.


O Ministério da Saúde, em novembro de 2000, deu o primeiro passo quando estabeleceu um programa possibilitando a realização do transplante entre indivíduos não aparentados.(Portaria GM/MS nº1315 de 30/11/2000). Neste programa, foram criadas portarias que possibilitavam a busca dos doadores, cadastramento pelos Hemocentros e a realização dos exames de histocompatibilidade. Estas iniciativas foram importantes, mas não suficientes.

Havia entraves em todas as etapas deste processo: o número insuficiente de indivíduos cadastrados no Registro de Doadores de Medula Óssea(REDOME) , dificuldades para realizar a busca do doador, falta de programas para manter o doador fidelizado, a necessidade de atualização das portarias, falta de leitos para este tipo de transplante, pouca informação para a população; todos estes fatores somados acabavam tornando remota a realização do Transplante de Medula Óssea para a maioria dos pacientes.

Identificados os alvos, começamos pelo que nos pareceu a primeira forma de atuação necessária para que todo este processo seja estruturado: a divulgação da necessidade da doação de medula óssea, esclarecendo a importância e simplicidade do gesto.

Neste período de 5 anos de existência, temos ampliado a atuação da AMEO para várias de outras etapas do processo de transplante de medula óssea entre não aparentados.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Doação de órgãos no Brasil bate recorde em 2010, diz Ministério da Saúde

Posted: 16 Mar 2011 03:52 PM PDT

As chances dos brasileiros que necessitam de um transplante de órgão para sobreviver aumentou no ano passado. É o que mostra os dados do Ministério da Saúde sobre o número de doação de órgãos e transplantes. Um dos motivos para esse aumento na quantidade de transplantes no país foi aperfeiçoamento dos processos de doação, como a rapidez nas notificações por morte encefálica, cuidado intensivo dos doadores, melhorias logísticas e o aumento dos recursos financeiros no Sistema Nacional de Transplantes.

No ano passado, foram registrados 1.896 doadores, 238 a mais que 2009, crescimento de 14%. Com isso, o Brasil alcançou a marca histórica de 9,9 doadores por milhão de pessoas (pmp). Alguns estados como São Paulo (21 pmp) e Santa Catarina (17 pmp) possuem índices de doações próximos aos de países desenvolvidos no setor, como Espanha e Canadá, que mantêm médias acima de 20 doadores pmp.

Já o número de transplantes – considerando órgãos sólidos, tecidos (córneas) e células (medula) – fechou o ano de 2010 com um total de 21.040 contra 20.253 em 2009. O Sistema Único de Saúde (SUS) foi responsável por 95% dos transplantes de órgãos sólidos, números que ratificam a posição do Brasil entre os maiores sistemas públicos de transplantes em todo o mundo.

Segundo o Ministério da Saúde, o investimento no setor mais do que triplicou nos últimos oito anos. Foram investidos quase R$ 1,2 bilhão em 2010, valor bem acima dos R$ 327,85 milhões aplicados em 2003.

Os transplantes de medula óssea também registraram um aumento significativo em 2010. Foram 1.531 procedimentos, um aumento de 74,38% se comparado com 2003, quando foram registrados 972 transplantes.

O ministério atribui esse aumento no número de transplantes à grande expansão do Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), que registra dois milhões de doadores cadastrados, sendo o terceiro maior banco de dados do gênero no mundo, superado apenas pelos Estados Unidos (5 milhões de doadores) e Alemanha (3 milhões de doadores).

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