MUITO MAIS INN . . .

INFORMATIVONOSSONEWS . . .

online
Mostrando postagens com marcador ESSE É O NOSSO BRASIL . . .. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ESSE É O NOSSO BRASIL . . .. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Crédito: uma alavanca para impulsionar os pequenos negócios

Posted: 29 Aug 2011 06:36 AM PDT

O programa de microcrédito para pequenos empreendedores foi o tema do “Café com a Presidenta”, transmitido por emissoras de rádio para todo o país. Na edição desta segunda-feira (29/8), a presidenta Dilma Rousseff assegurou que “o crédito não pode ser um peso, tem que ser uma alavanca, para impulsionar os pequenos negócios”. Além disso, segundo explicou, os bancos públicos que participam do programa – Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste do Brasil (BNB) e Banco da Amazônia (Basa) – darão orientação a estes empreendedores para que possam tocar os seus empreendimentos.
Café com a presidenta“Essa orientação é para ajudar o empreendedor a planejar seus investimentos. O crédito não pode ser um peso, tem que ser uma alavanca, para impulsionar os pequenos negócios. Na semana passada, no dia do lançamento do programa Crescer, eu estive com a dona Izabel Cândido, uma cearense, guerreira, que é um exemplo de como o crédito orientado pode dar um grande impulso à vida de uma pessoa. Ela contou que, em 2005, tirou um empréstimo de R$ 250 do Banco do Nordeste para começar um pequeno negócio de venda de cosméticos. Com a orientação do pessoal do banco, foi ampliando o negócio. Hoje a dona Izabel tem uma loja, com estoque avaliado em R$ 25 mil. Isso quer dizer que ela multiplicou por cem aquele primeiro empréstimo, de R$ 250, e conquistou, Luciano [Seixas, apresentador do programa], a estabilidade financeira que ela sempre sonhou.”
Ouça abaixo a íntegra do programa ou leia aqui a transcrição do “Café com a Presidenta”


No início da entrevista, Luciano Seixas indagou sobre as novidades do programa para aquelas pessoas que querem produzir mais ou abrir um pequeno negócio. “Olha, Luciano, o crédito para as pessoas que têm ou querem ter um pequeno negócio ficou agora muito mais fácil e muito mais barato”, disse a presidenta. E continuou: “A partir de agora, Luciano, o pequeno empreendedor que pegar dinheiro emprestado vai pagar uma taxa de juros bem mais baixa, de apenas 8% ao ano. Antes, Luciano, a taxa de juros chegava a 60% ao ano, agora baixou.”
“Este crédito, assim barato, ele foi criado para as pessoas… por exemplo, uma costureira, que está precisando trocar a velha máquina de costura; para o pipoqueiro, que deseja adquirir um carrinho mais moderno; para o artesão, que está precisando comprar seu material de trabalho. É um crédito para quem precisa de um empurrãozinho. E eu queria te dizer qual é o tamanho do empurrãozinho: o tamanho é de R$ 15 mil por pessoa. A pessoa pode chegar no banco e tomar até R$ 15 mil para fazer tudo isso que nós falamos.”
A presidenta disse que “além dos juros, nós baixamos também a tarifa de abertura de crédito”. Ela contou que “essa tarifa caiu de 3% para 1% do valor emprestado”. Dilma Rousseff assegurou que “essas condições valem para todas as pessoas, como trabalhadores, empreendedores individuais, microempresários, enfim, também para aqueles que têm faturamento de até R$ 120 mil por ano. Outra novidade é que os quatro bancos públicos federais – o Banco do Nordeste, o Banco do Brasil, a Caixa e o Banco da Amazônia – vão se dedicar, e muito, ao atendimento dos pequenos empreendedores”.
Dilma Rousseff informou que até 2013 “os nossos bancos vão trabalhar para que 3,5 milhões de pessoas tenham oportunidade de obter o seu microcrédito”. “Serão R$ 3 bilhões, só para começar. Não faltarão recursos, Luciano, para o Microcrédito Produtivo Orientado”, garantiu.
Na entrevista, a presidenta Dilma informou que as mulheres são as principais clientes do programa. Ela contou também que o exemplo de dona Izabel não é o único. “O microcrédito tem sido muito usado pelas mulheres desde que foi criado, no governo do presidente Lula. Seis em cada dez pessoas que pegaram o microcrédito são mulheres”, disse.
Outro ponto importante levantado pelo apresentador é que atualmente muitos lares são sustentados por mulheres e isso faz enorme diferença. “Ah, Luciano, faz diferença, sim, na vida das mulheres e na vida das famílias mais pobres”. E continuou: “o crédito simplificado, sem exigência de muita papelada, barato e orientado, pode ajudar a elevar o padrão de vida da população de baixa renda. O Crescer vai além do Brasil sem Miséria, mas é também um instrumento importante para esse Programa, porque vai ajudar a criar novos empregos e novas oportunidades.”
Luciano Seixas indagou também sobre qual a relação entre o Microcrédito Produtivo Orientado e o Microempreendedor Individual. A presidenta afirmou trata-se de um “casamento perfeito”.
“Estamos reduzindo o tributo com o MEI, e ampliando o crédito, com juros menores, e garantindo assistência técnica, com o Microcrédito Produtivo Orientado. O impacto é enorme. O microcrédito vai criar novos empregos e novas oportunidades para milhões de brasileiros. Com o Crescer, os pequenos empreendedores brasileiros terão oportunidade de realizar o sonho de terem seu próprio negócio e de conquistarem uma vida melhor, com liberdade e autonomia.”

terça-feira, 5 de abril de 2011

BRASIL - Banco do Brasil compra banco na Costa Leste dos EUA

Brasil compra banco na Costa Leste dos EUA
Publicado em 04-Abr-2011
Anúncio oficial da compra ocorre esta semana...

O Banco do Brasil (BB), conforme antecipa seu presidente, Ademir Bendine, anuncia oficialmente esta semana a compra de um banco de pequeno porte na Costa Leste dos EUA. Com a aquisição, o objetivo é expandir-se "fortemente lá num período de 2 a 3 anos" em cidades com alta concentração de brasileiros, explica Bendine.

O negócio faz parte, também, da estratégia de internacionalização do BB iniciada há um ano com a compra do Banco Patagônia, da Argentina. O BB programa comprar mais bancos na Europa e está de olho em Portugal, agora. "Na crise aparecem oportunidades. Portugal está barato", completa Bendine.

O BB pretende expandir-se, também, na África, inicialmente via parceria com o Bradesco e o Banco Espírito Santo (de origem portuguesa), mas aí a expansão será um pouco mais demorada. Naquele continente, a Líbia já ficou de fora por razões óbvias, mas segundo Bendine, as negociações, feitas de forma individual em relação à cada país, estão avançadas, particularmente com Angola e Cabo Verde.

Juros e financiamentos

A despeito das medidas macroprudenciais do Banco Central (BC) para refrear o ritmo de concessão de empréstimos e esfriar o crescimento da economia, o BB mantém a expectativa de ampliar sua carteira de financiamentos numa faixa entre 17% e 20% este ano, um pouco acima dos 15% desejados para bancos públicos pela autoridade monetária.

Medidas do BC à parte, Ademir Bendine aponta fatores que concorrem para um cenário de expansão do crédito do BB, tais como os baixos níveis de inadimplência, o aumento da renda das famílias, e a demanda elevada por recursos para investimentos.

O Banco tem disponível cerca de R$ 85 bi para financiar pedidos de investimentos de projetos voltados ao crescimento econômico

domingo, 23 de janeiro de 2011

BRASIL - País rico oferece mão de obra ao Brasil

janeiro 23rd, 2011 | Autor: Jussara Seixas



Governos e entidades de classe do exterior contatam empresários no país para tentar enviar trabalhadores qualificados

Desenvolvimento faz intermediação de alguns encontros; vinda de profissionais esbarra em custo e burocracia

SHEILA D’AMORIM
DE BRASÍLIA

Com a falta de mão de obra qualificada no Brasil e o excesso de profissionais sem emprego nos países ricos em razão da crise, governos e entidades de classe do exterior têm contatado empresários e associações de engenheiros e arquitetos nacionais para oferecer trabalhadores.
O MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) faz a intermediação de alguns desses encontros, como aconteceu em novembro, com representantes dos Estados Unidos. Outros estão sendo feitos diretamente.
Reunidos na Embaixada dos Estados Unidos em Brasília, a convite do MDIC, empresários assistiram a uma exposição por videoconferência sobre o perfil e a qualificação das empresas americanas na área de arquitetura e engenharia.
“Eles mostraram que têm ociosidade e capacidade para trazer profissionais e empresas para trabalhar aqui”, disse José Carlos Martins, vice-presidente da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), que participou do encontro.

CRISE
“Em razão da crise lá fora, há interesse brutal desses profissionais em vir para cá”, afirmou Marcos Túlio de Melo, presidente do Confea (Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia), também presente ao encontro.
Dos brasileiros os estrangeiros ouviram detalhamento dos investimentos previstos nas áreas de energia, transporte, habitação e saneamento, além do passo a passo de um longo e caro processo para validar diplomas e obter autorização para trabalhar no país.
O tempo pode chegar a oitos meses, e o custo, passar de R$ 15 mil.
A fila de espera para entrada no país inclui engenheiros e arquitetos americanos, espanhóis, italianos, portugueses e ingleses, além de chilenos e argentinos.

ARCOIRIS EFEITO

2leep.com

QUAL É A SUA ?

QUAL É A SUA ?
TESTE JÁ ! CLIQUE NA IMAGEM . . .

VISITE O SITE DOS MANOS

VISITE O SITE DOS MANOS
12 anos com a garantia dos manos !

MUITO GRATO POR SUA VISITA . . .

IP