terça-feira, 6 de julho de 2010
Apenas 14% das indústrias não pretendem investir neste ano, segundo a Sondagem de Investimentos da Indústria feita pela Fundação Getúlio Vargas entre abril e maio. É a menor parcela dos últimos doze anos.
A pesquisa informa também que caiu para menos da metade, de 2009 para 2010, a parcela de empresas que afirmam ter dificuldades para investir. São 33%. No ano passado, impactado pela crise econômica mundial, o percentual chegou a 87%.
O maior entrave aos investimentos, apontado por 42% das empresas, é a limitação de recursos próprios. Outros fatores apontados como inibidores são a carga tributária e a limitação de crédito.
Ainda de acordo com a pesquisa da FGV, de cada dez indústrias, quatro devem investir em capital fixo neste ano para ampliar a capacidade de produção. O percentual de 40% é o segundo maior já apurado pelo estudo, feito desde 1998, perdendo apenas para os 50% registrados entre abril e maio de 2008. Segundo a FGV, o aumento de investimentos na capacidade produtiva está associado às boas perspectivas de crescimento do setor industrial.
Segundo a pesquisa, 28% das indústrias farão investimentos com o objetivo de aumentar a eficiência produtiva, enquanto 18% visam a substituir máquinas e equipamentos.
Brasília Confidencial (www.brasiliaconfidencial.com.br)
Editado(a) por Jussara Seixas
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terça-feira, 6 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Notícias / Economia | 15:50 30/06/2010 Desemprego em 2010 deve ficar no menor nível da história, diz BC
O diretor de Política Econômica do Banco Central, Carlos Hamilton, afirmou nesta quarta-feira (30), por ocasião da divulgação do relatório de inflação do segundo trimestre deste ano, que a taxa de desemprego média de 2010 deve ficar em torno de 7%.
Se confirmado, será o menor valor da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em outubro de 2001. O diretor lembrou que, em 2007, o desemprego médio foi de 9,7%, recuando para 7,9% em 2008, e tendo pequena elevação para 8,1% em 2009.
A expectativa do governo federal é de que sejam criados mais de 2 milhões de empregos com carteira assinada em 2010, também recorde histórico. A geração de empregos é fruto do forte ritmo de crescimento da economia brasileira neste ano, estimado pelo BC em 7,3%.
"A evolução dos indicadores do mercado de trabalho segue compatível com o dinamismo da atividade econômica, registrando-se recuo na taxa de desemprego e melhora qualitativa na geração de postos de trabalho, expressa pela substituição de empregos informais por postos com carteira assinada", informou o BC no relatório de inflação.
G1
Se confirmado, será o menor valor da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em outubro de 2001. O diretor lembrou que, em 2007, o desemprego médio foi de 9,7%, recuando para 7,9% em 2008, e tendo pequena elevação para 8,1% em 2009.
A expectativa do governo federal é de que sejam criados mais de 2 milhões de empregos com carteira assinada em 2010, também recorde histórico. A geração de empregos é fruto do forte ritmo de crescimento da economia brasileira neste ano, estimado pelo BC em 7,3%.
"A evolução dos indicadores do mercado de trabalho segue compatível com o dinamismo da atividade econômica, registrando-se recuo na taxa de desemprego e melhora qualitativa na geração de postos de trabalho, expressa pela substituição de empregos informais por postos com carteira assinada", informou o BC no relatório de inflação.
G1
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