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quinta-feira, 3 de maio de 2012

DEM APANHA DE NOVO E NÃO APRENDE A FICAR DO LADO DO POVO !O TERROR DO NORDESTE: O DEM leva mais uma porrada

 DEMOZÓIDES PERDIDOS !
O TERROR DO NORDESTE: O DEM leva mais uma porrada: Maioria dos ministros do STF decide pela validade dos critérios do Prouni Em menos de 10 dias o DEM, o partido que não gosta de...

Com Texto Livre: G1 paga mico histórico na posse de Brizola Neto

Com Texto Livre: G1 paga mico histórico na posse de Brizola Neto: No Blog do Saraiva

Modernismo & Barbarie ou a que veio a FUNARTE? (*)

 Referente a Pedido de Reconsideração –
Edital Teatro de Arena Eugenio Kusnet - SP
O QUÊ A FUNARTE ESTÁ FAZENDO COM O DINHEIRO PÚBLICO APLICADO NO TEATRO, DANÇA E MÚSICA? 
Estamos digerindo o fruto do paradoxo de como nasceu esta instituição. Hoje, com outra cara ela persiste ambígua e de forma autoritária como pretendemos demonstrar aqui nesse protesto.
Durante o regime militar a FUNARTE surgiu como um prêmio à filha do General Geisel (Amália Lucy Geisel), para satisfazer suas expectativas com o que ela entendia ser Arte e Cultura. Em tese deveria ser a guardiã da Cultura nacional, sob a tutela do artigo 180 da então Constituição em frangalhos que dizia “é dever do Estado proteger as Artes e a Cultura”, mas acabou se transformando como se verá numa ambivalência.  Para diretor presidente da instituição foi indicado, na época, um amigo de Amália que por contradição mantinha um bom relacionamento com os artistas sendo alguns deles nada simpáticos ao regime que perseguia, torturava e matava seus oponentes. Foi ele incumbido da gestão de todo o complexo até então ligado ao MEC (Ministério da Educação e Cultura). Na atualidade, por mais que possa parecer contraditório aos olhos e ouvidos de um cidadão contemporâneo acabou sendo, na época, o palco para a manifestação daqueles que vinham sobrevivendo ao massacre de artistas que exerciam sua profissão.

No que diz respeito ao teatro, por um acordo de bastidores o SNT, contando com a colaboração e apoio de expoentes do empresariado carioca teve certa autonomia de vôo, capitaneado pelo empresário teatral, Orlando Miranda, à frente deste organismo. O programa colocado em prática previa “todo incentivo à empresa teatral” que, segundo esses mesmos expoentes, era “moeda de troca” com o Regime, pois significava a ampliação do mercado de trabalho que também muito interessava aos militares. Durante duas gestões o SNT com autonomia administrativa, porém subordinado à FUNARTE, realizou um invejável trabalho de manutenção, ampliação e financiamento das artes cênicas em todo o país. Este incentivo financeiro colaborou na preparação da mão de obra para um outro mercado que despontava como promissor o que, de fato, veio a se concretizar através das telenovelas (circo romano dos tempos modernos). O aumento vertiginoso e ininterrupto de trabalhadores em relação às vagas nesse mercado foi e tem sido consequência, como sempre acontece em crises cíclicas do capitalismo selvagem (ou domesticado). Até hoje não existe sequer uma linha que se caracterize como sendo uma política governamental que trate especificamente dessa dolorosa questão. Esta etapa foi à fase negra da Modernidade brasileira (crescimento econômico da década de setenta), e que perdura até nossos dias. Seus reflexos têm a ver diretamente com o que tratamos aqui, já expresso em nosso projeto “Semana de Arte Moderna de 22 é do Brasil” para o Edital 2012. A pauta que propomos, ao que tudo indica, parece ser um “prato indigesto” para a atual gestão da Funarte.
Nosso foco no momento é contestar todos os procedimentos do mesmo, desde a demora na divulgação do resultado que escolheu o proponente que vai ocupar o Teatro de Arena (Eugênio Kusnet), em São Paulo, que prevê o pagamento de quatrocentos (400) mil reais, por um período de cinco meses. Paralelamente a isso, está em andamento mais três (3) editais ainda para a cidade de São Paulo, com valores semelhantes. De antemão, é preciso salientar que não estamos colocando em dúvida a Comissão constituída para este fim; nossa reivindicação está no que diz respeito à busca de informações, critérios, número de participantes e, principalmente, por quê da demora na realização do pleito, reiteradas vezes solicitadas ao longo do processo. O pedido dessa transparência não se trata de uma questão “dispensável”, ao contrario do que afirmou o presidente da instituição, Sr. Antonio Grassi, em resposta a uma de nossas mensagens anterior ao encerramento das inscrições. Ela está consagrada através da Lei 12.527  assinada em 12/11/2011 pela Presidenta, Dilma Rousself, tratando da ampla disponibilidade de informações em todo  serviço público. Não bastasse esta medida do governo federal, a própria FUNARTE criou recentemente um grupo de Trabalho cuja portaria é a de número setenta (70) também para esta finalidade.

Durante todo esse período de tratativas, citado no parágrafo anterior, levamos diretamente ao conhecimento da Ministra da Cultura, Ana de Hollanda, que nos sugeriu dialogar com o presidente da FUNARTE, uma vez que tínhamos livre acesso a ele e os assuntos em questão se tratar exclusivamente ao Teatro e entregues à sua equipe. Foi o que fizemos imediatamente, levantando justamente a generalidade dos textos desses editais que em nosso entendimento permitiam interpretações diversas dando margem para desvios de rota. Esforço em vão! O presidente sempre terminava as suas mensagens com um, “vamos conversando”. Ao descermos “mais um degrau” dessa vez para conversar com a Funarte regional São Paulo a situação ficou pior, pois, além da precariedade do diálogo quase sempre girando em torno do partidário, ouvimos do responsável que todos os assuntos que dizem respeito ao texto eram decididos pelo Departamento jurídico na sede do Rio de Janeiro. Como assim?  Quem determina as regras do jogo é o gestor público, membro do governo, cabendo à assessoria jurídica o seu papel verificando a constitucionalidade dessas regras; ou será que na FUNARTE isso também se inverteu? Percebemos que há um abismo entre o que acontece aqui do lado no mundo dos homens (e das mulheres, é claro), e o que está dentro das quatro linhas da instituição.

continua amanhã........
(*) texto de responsabilidade da jornalista Suely Pinheiro e do ator e dramaturgo Jair Alves
(**) para quem quiser participar o link que leva ao Portal Macunaima
por email
Jesel Gomes 

VIPCOMM NEWS 2012 - SUPERBIKE SERIES – Pilotos Honda encaram quarta prova consecutiva

03/05/2012

José Luiz “Cachorrão” e Maico Teixeira disputam quinta etapa da competição em Interlagos

SÃO PAULO (SP) – Os pilotos da Equipe Honda Mobil de Motovelocidade, José Luiz “Cachorrão” (#51) e Maico Teixeira (#36), voltam ao Autódromo Internacional de Interlagos (SP) neste final de semana (5 e 6) para disputar a quinta etapa do SuperBike Series 2012. A quarta edição do Mobil Pirelli SuperBike completa a dura sequência de quatro finais de semana seguidos da competição nacional.

Para Maico Teixeira, as provas na sequência são importantes para não perder o ritmo com o equipamento, a Honda CBR 1000RR. “Não tenho muito tempo para treinar durante a semana, então essas corridas permitem adaptação melhor com a moto. Não é uma rotina fácil, acabo sentindo cansaço devido às viagens e não vejo muito a família, mas é importante para manter o bom rendimento” afirma o gaúcho de Alvorada (RS).

“Cachorrão” mostrou grande qualidade técnica e força de vontade no último final de semana. Após subir ao pódio três vezes seguidas, o piloto de Indaiatuba (SP) já tem a estratégia para conquistar a vitória em Interlagos. “Preciso fazer um treino mais intenso de largada. A corrida fica mais fácil se você está no pelotão de frente e exige menos fisicamente. Estou com muita vontade de vencer e nesse domingo farei o possível para colocar a Honda onde ela merece: no lugar mais alto do pódio”, diz.

Copa Honda CBR 600F
Na subcategoria Pró da Copa Honda CBR 600F, Ricieri Luvizotto (#42) chegou a três vitórias consecutivas na temporada. Com 100% de aproveitamento, o paulista tentará abrir maior vantagem sobre os adversários. Do outro lado, os companheiros de equipe Marcos Câmara (#21) e Rafael Goyos (#31) buscarão superar o favoritismo de Ricieri para deixar a disputa ainda mais acirrada.

Irineu Júnior (#72) venceu a corrida da Copa Honda CBR 600F Light e quebrou a sequência de vitórias de Gerson Campos (#82). No Autódromo de Interlagos, o piloto tentará subir ao pódio pela segunda vez consecutiva no SuperBike Series 2012.

Copa Honda CB 300R
Na categoria monomarca voltada para motos Honda CB 300R, o segundo colocado na classificação geral, Pedro Sampaio (#28) venceu a Pró e derrubou a invencibilidade do líder Igor Calura (#25) no último final de semana. A disputa pela primeira posição promete ficar ainda mais equilibrada com o bom desempenho de Lucas “Lukinha” Teodoro (#41), piloto que ocupa o terceiro lugar.

Na Light, subcategoria amadora voltada para pilotos com menos de dois anos de experiência nas pistas, tem David de Oliveira (#16) na liderança.

Apoio Motovelocidade
Matheus Piva (#54), piloto de motovelocidade que tem apoio da Honda, segue na liderança isolada da categoria SuperBike Pró Am, com 75 pontos na classificação geral.

O SuperBike Series 2012, maior campeonato de motovelocidade do país, tem 14 etapas. A competição é dividida em dois eventos: Mobil Pirelli SuperBike Brasil, composto por seis etapas, e Elf SBK, com mais oito etapas.

A Equipe Honda Mobil de Motovelocidade tem apoio da Mobil, Pirelli, Dainese e AGV.

Assessoria de Imprensa Honda
Jornalistas responsáveis: Ricardo Ribeiro/Carolina Yada
Tel: (11) 3868-1245 l ramal (30)
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A Justiceira de Esquerda: Caso Cachoeira: informação total só nos blogs isen...

A Justiceira de Esquerda: Caso Cachoeira: informação total só nos blogs isen...: Fantástica a cobertura que os blogs progressistas e os portais desvinculados da velha mídia dão ao escândalo Carlos Cachoeira. Enquant...

quarta-feira, 2 de maio de 2012

VIPCOMM NEWS 2012 -SUPERLIGA BRASIL DE MX - Pista chapecoense pronta para receber pilotos

02/05/2012

Provas das categorias MX Pró, MX2, Júnior, CRF 230 e 65cc acontecem neste fim de semana, 5 e 6 de maio, no motódromo da cidade

CHAPECÓ (SC) – A Superliga Brasil de Motocross chega neste fim de semana, 5 e 6 de maio, em Chapecó, no oeste catarinense, com o cenário das disputas das categorias MX Pró, MX2, Júnior, CRF 230 e 65cc sendo um velho conhecido dos pilotos. Com 1.800 metros de extensão, o circuito localizado no Autódromo da cidade recebe pelo terceiro ano consecutivo a competição e possui subidas e descidas sinuosas, além de sessões de ondas e costelas, saltos duplos e triplos.

Campeão da etapa de Chapecó pela MX2 no ano passado, Jean Ramos (#992) conhece os atalhos da pista e sabe como se portar quando o gate baixar. “A pista de Chapecó é bem técnica e não possui uma largura tão grande, o que de certa forma dificulta as ultrapassagens. Por isso, tenho que me focar na largada, que vale 80% da prova”, comenta Jean Ramos, que estreia em 2012 na categoria MX Pró.


Após enfrentar o calor do Nordeste com duas etapas na região, uma em Salvador (BA) e outra em Recife (PE), Jean irá se deparar com o frio catarinense. Nada de anormal para o piloto de Curitiba. “Estou acostumado com o frio, chuva e lama. Prefiro correr nestas situações climáticas. Atinjo um bom nível em provas assim”, complementa.


Quem também está animado com a etapa em Santa Catarina é o piloto de Mondaí (SC) Gustavo Henn (#90). “Vencer em casa é sempre bom. No ano passado consegui este feito na Júnior e comemorei bastante com meus parentes. Neste ano, estou me adaptando a nova categoria. Vou tentar fazer o meu melhor” declara Gustavo, que agora compete na MX2.


A Superliga Brasil de Motocross é apresentada por Honda e Mobil, tem co-patrocínio Pirelli, Yamaha, Mormaii, Monster Energy e Consórcio Nacional Honda. Apoio da Prefeitura Municipal de Chapecó, Moto Clube Chapecó, Rádio Atlântida FM e Revista da Moto!

Serviço:

Superliga Brasil de Motocross 2012 – 4ª etapa

Data: 5 e 6 de agosto

Cidade: Chapecó (SC)

Local: Autódromo de Chapecó


PROGRAMAÇÃO 4ª ETAPA – CHAPECÓ (SC)


Sábado (5/5)


Treinos Livres

MX Pró: 9h30 às 10h

65cc: 10h05 às 10h25

Júnior: 10h30 às 10h50

MX2: 10h55 às 11h25


Treinos Classificatórios

MX Pró: 12h30 às 13h

65cc: 13h05 às 13h25

CRF 230: 13h30 às 14h

Júnior: 14h40 às 15h

MX2 – Grupo A: 15h05 às 15h35


Provas

65cc: 16h05 (15 minutos + duas voltas)

CRF 230: 16h35 (15 minutos + duas voltas)


Domingo (6/5)


Warm up

Júnior: 8h às 8h10

MX2: 8h20 às 8h30

MX Pró: 8h40 às 8h50


Provas

Júnior: 9h10 (20 minutos + duas voltas)

Cerimônia de abertura: 9h40

1ª bateria MX2: 9h50 (30 minutos + duas voltas)

1ª bateria MX Pró: 10h35 (30 minutos + duas voltas)

2ª bateria MX2: 12h10 (20 minutos +duas voltas)

2ª bateria MX Pró: 13h (20 minutos + duas voltas)


Assessoria de Imprensa 

Jornalistas responsáveis: Ricardo Ribeiro/José Branco Neto

Tel: 
(11) 3868-1245 l ramal (25)
E-mail: 
jose.neto@vipcomm.com.br
Site oficial: 
www.superligabrasildemotocross.com.br
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APOSENTADO INVOCADO: MARCOS COIMBRA: "Até onde irá a capacidade de Lula fazer o inesperado? De deixar seus adversários perplexos, tentando antecipar a próxima novidade, o próximo coelho que vai tirar da cartola?"

APOSENTADO INVOCADO: MARCOS COIMBRA: "Até onde irá a capacidade de Lula fazer o inesperado? De deixar seus adversários perplexos, tentando antecipar a próxima novidade, o próximo coelho que vai tirar da cartola?"

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